У нас вы можете посмотреть бесплатно Minha neta me ligou chorando: "Vovó, me tira daqui!" – e eu corri! или скачать в максимальном доступном качестве, видео которое было загружено на ютуб. Для загрузки выберите вариант из формы ниже:
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Era uma quinta-feira chuvosa quando o telefone tocou às duas da manhã. Nessa idade, ligações no meio da madrugada sempre trazem más notícias. Eu estava dormindo profundamente quando o barulho estridente me despertou. Meu coração disparou antes mesmo de eu atender. Do outro lado da linha, ouvi uma voz que eu conhecia melhor que a minha própria, mas ela estava diferente. Quebrada. Desesperada. Antes de mergulharmos nessa história que vai mexer com cada fibra do seu coração, me diga nos comentários de onde você está assistindo. E se essa história tocar você, se inscreva no canal, porque amanhã eu tenho algo extra especial guardado para vocês! "Vovó, me tira daqui! Por favor, eu imploro! Eles não vão me deixar sair! " Era minha neta Isabela, de dezessete anos, a luz dos meus olhos. Ela estava soluçando tão intensamente que mal conseguia falar. Minha mente ficou alerta instantaneamente, todas as células do meu corpo em estado de emergência. "Bela, minha filha, onde você está? O que está acontecendo? " "Vovó, eles me trouxeram para Sertãozinho. Mama disse que era só por uns dias, mas já faz duas semanas. Tem gente estranha aqui. Tem um homem velho que quer. . . que quer se casar comigo. Mama e papai falam que é melhor assim, que eu vou ter uma vida boa, mas eu tenho medo, vovó. Muito medo. " O mundo parou. Minha neta, uma menina brilhante que sonhava em ser veterinária, que amava seus livros e seu namorado Gabriel, estava sendo forçada a um casamento arranjado. Em pleno século vinte e um. Meu nome é Conceição Aparecida Silva, mas todos me conhecem como Dona Cida. Tenho setenta e cinco anos e moro sozinha em Ribeirão Preto desde que meu querido Sebastião partiu, há três anos. Trabalhei a vida toda como costureira, criando vestidos de noiva para as moças da cidade. Minhas mãos já não são mais as mesmas, mas meu coração ainda bate forte quando se trata de proteger quem eu amo. Isabela sempre foi especial para mim. Quando minha filha Patrícia casou com Rogério, eu achei que havia encontrado um bom homem para ela. Ele trabalhava em uma metalúrgica, parecia responsável, tratava bem minha filha. Pelo menos era o que eu pensava. Com o tempo, comecei a perceber mudanças sutis em Patrícia. Ela ficou mais quieta, mais submissa. Deixou de visitar com a mesma frequência. Quando visitava, parecia nervosa, sempre olhando o telefone, como se estivesse sendo vigiada. Mas Isabela, minha netinha, continuava vindo me ver toda semana. Ela me contava sobre a escola, sobre seus sonhos de estudar veterinária na USP, sobre Gabriel, um rapaz doce do terceiro ano que a tratava como uma princesa.