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Machismo Disfarçado de Feminismo: a nova forma de hostilidade contra a mulher Vivemos tempos em que os papéis se confundem, os valores se invertem e o básico é esquecido. A dignidade da mulher, que deveria ser resguardada e celebrada, muitas vezes está sendo atacada por um feminismo que, longe de proteger, expõe, objetifica e, ironicamente, reforça o machismo. Isso acontece de maneira sutil. Quando a liberdade é confundida com autoexposição. Quando a autonomia é reduzida ao “meu corpo, minhas regras”, mesmo que essas “regras” validem práticas que nos desumanizam. Quando mulheres aplaudem a infidelidade, julgam outras mulheres por escolherem a maternidade ou hostilizam quem decide ser esposa e mãe de forma convicta, estamos diante de um machismo travestido de empoderamento. Pior ainda, quando essa hostilidade vem de mulheres contra outras mulheres. É a falsa superioridade da que não tem filhos sobre a que está exausta com um bebê no colo. É a crítica à mulher do outro, como se ser “a outra” fosse sinal de vitória. É achar que o valor está no corpo sem marcas, não na alma que ama. A consequência disso é a animalização do homem. Homens cada vez mais instáveis, frágeis, incapazes de proteger, guiar ou assumir responsabilidades. Quando a cultura valida a objetificação da mulher, ela também estimula o instinto mais bruto no homem. Como certos animais que eliminam os filhotes para cobrir a fêmea, temos hoje homens que “matam” emocionalmente seus lares para conquistar outras mulheres que os confirmam em sua imaturidade. Essa desordem nos afasta da civilização. E não, não é exagero. Sem padrões, sem referências, sem um modelo de família como bem comum, voltamos à barbárie: à força como linguagem, ao prazer como fim, à vida vivida sem transcendência. O que nos diferencia dos vândalos e dos vikings não é a tecnologia, é a ordem interior, a moralidade, o senso de dever, a cultura da responsabilidade. A civilização exige esforço. E não há sociedade saudável sem homens que saibam ser homens e mulheres que saibam ser mulheres. Sem isso, só restam relações instáveis, famílias descartáveis e uma juventude perdida entre músicas degradantes e séries que glorificam o vazio. Precisamos recuperar o padrão — como se sabe que uma água está limpa quando se conhece o gosto da água pura. Da mesma forma, precisamos resgatar os valores básicos para reconhecer o que é humano, o que é digno, o que constrói. Não se trata de nostalgia, mas de lucidez. Não se trata de controle, mas de amor. Não se trata de patriarcado opressor, mas de uma estrutura de cuidado mútuo que garante estabilidade, segurança e crescimento humano. E se feminismo é isso que temos visto — a destruição da mulher, do homem e da família — então eu não sou feminista. Eu sou a favor da mulher digna, do homem responsável, e da família como núcleo vivo da civilização. 𝒜ℋ