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Faixa 2 do álbum conceitual A Guerra das Cinzas, do projeto Drakonium. Uma ópera metal épica ambientada no mundo de Drakonium, criado pelos dragões primevos. Sem aviso, portais das sombras se abrem na fronteira de Solarium. Demônios, mortos-vivos e sombras caminham. Volkry envia magos e clérigos para ajudar, mas as forças arcanas de Dorak estão mais fortes do que nunca. Alarion percebe que esta guerra não é política — é mística, ancestral, proibida. E o nome “Tanathos” surge em sussurros. LETRA: Portais se rasgam no vento sem cor… O chão se abre em gritos de dor. E a noite invade sem pedir permissão. Do nada, o horizonte ficou carmesim, Sombras correndo atrás do fim. Lanças de Solarium reluzem no ar, Mas algo profano começa a quebrar. As runas brilham num tom proibido, Chamando mortos ao céu dividido. E eu vejo magos de Volkry chegar, Trazendo a luz que tenta segurar. Entre o aço que corta e o feitiço que arde, A guerra mostra a sua verdadeira face. Se o mundo treme — e treme de verdade — É porque a escuridão quebrou a paz. Aço e feitiçaria! A noite abriu a fenda fria! Se o mal invade sem se anunciar, Eu vou ser fogo pra enfrentar! Aço e feitiçaria! A guerra nunca foi tão sombria! Se a sombra pensa que venceu, Verá o sol erguer o meu! O vento trouxe sinais do além, Grilhões de magia no corpo de alguém. Guerreiros caindo sem ver o rival, Pois lutam com forças de plano infernal. Clérigos lutam pra manter o véu, Chamando o raio que corta o céu. Mas cada vitória tem gosto de fim: A guerra que veio não é só pra mim. Entre a justiça e o poder arcano, Entre o destino e o corte insano… Se a noite luta para dominar, Eu sou a lâmina pra equilibrar! Aço e feitiçaria! A noite abriu a fenda fria! Se o mal invade sem se anunciar, Eu vou ser fogo pra enfrentar! Aço e feitiçaria! A guerra nunca foi tão sombria! Se a sombra pensa que venceu, Verá o sol erguer o meu! Círculos ardem no chão rachado… Há um nome antigo sendo invocado. Sinto o terror que ninguém dizia: A guerra começou em necromancia. Luzes tremem… Portais ecoam… E vejo olhos que nunca voam. A magia grita — sem piedade — Chamando o fim da nossa metade. Se o mundo ruir… eu ruirei de pé! Se a treva insistir… eu lutarei até! Se a noite provar que o mal domina… Eu serei chama — eu serei a linha! Aço e feitiçaria! O sol renasce em rebeldia! Se a sombra tenta me sufocar, Sou a muralha pra segurar! Aço e feitiçaria! Eu sou a voz da luz que irradia! E enquanto o mundo clama ao céu… Eu sou a fúria do escudo e do véu! E no silêncio após a tempestade… O mundo entende: a guerra é verdade. Todos os direitos autorais reservados. 🚫 Reprodução total ou parcial proibida sem autorização.