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Faixa 1 do álbum conceitual A Guerra das Cinzas, do projeto Drakonium. Uma ópera metal épica ambientada no mundo de Drakonium, criado pelos dragões primevos. Os ocultistas de Dorak, liderados pelo Lich-Profeta Morvannon, descobrem um ritual capaz de localizar Tanathos, o lendário Arch-Demon Lich. Para completá-lo, é necessário o sangue puro da linhagem solar. O rei de Solarium é assassinado por uma ordem secreta de assassinos de Gehara. Seu filho, o príncipe Alarion, ascende ao trono sob chamas, jurando vingar o pai e restaurar a honra do sol. No dia da coroação, o céu treme. É o sinal do despertar do poder adormecido. LETRA: As tochas tremem no salão vazio... E o sangue do rei ainda brilha no chão. O sol foi traído dentro da própria muralha. O eco das lâminas cala o destino, Um trono sem dono desperta o perigo. A coroa caiu no instante final, Quando a noite invadiu nosso templo solar. Sombras dançam nos vitrais partidos, A honra chora entre muros feridos. E eu, herdeiro da chama ancestral, Sinto o reino ruir sob o golpe mortal. Mas quando ouvi o céu tremer, Eu vi o fogo renascer… Se a morte ousou tocar meu lar, Então que venha me enfrentar! Eu sou o Trono do Sol Ardente! Filho da chama que nunca se rende! Se a sombra pensa que venceu, Que olhe bem nos olhos meus! Eu sou o Trono do Sol Ardente! Na dor do reino eu me tornei mais quente— E o fogo do meu coração Vai incendiar a escuridão! Levaram meu pai pelas costas do medo, Um pacto quebrado, um golpe sem dedo. Ninguém ouviu o rugido final, Mas eu senti a verdade: foi ritual. Runas proibidas riscavam o chão, Chamando a fúria da perdição. E agora a linha do sangue solar É tudo o que resta pra mundo salvar. Se os céus arderam sem piedade, É porque a guerra já chamou… Eu serei a lâmina da verdade, Eu serei o sol que despertou! Eu sou o Trono do Sol Ardente! Filho da chama que nunca se rende! Se a sombra pensa que venceu, Que olhe bem nos olhos meus! Eu sou o Trono do Sol Ardente! Na dor do reino eu me tornei mais quente— E o fogo do meu coração Vai incendiar a escuridão! Nos salões do tempo… Ouço um nome proibido. “Tanathos…” Sussurrado por mortos-vivos. Se o mal desperta em dor e sigilo, Eu serei o grito do sol vivo. O dia ruindo… A noite ruindo… E eu no meio, renascendo em fogo! Se querem guerra… Eu sou o estopim! O sol é eterno dentro de mim! Eu sou o Trono do Sol Ardente! Forjado em sangue, vingança e mente! Se a treva erguer seu ritual, Eu serei o ponto final! Eu sou o Trono do Sol Ardente! Guardião da chama onipotente! E mesmo que o mundo caia ao chão… Eu serei fogo — eu serei a nação! E quando o último grito silenciar… O sol renascerá de onde tentaram apagar. Todos os direitos autorais reservados. 🚫 Reprodução total ou parcial proibida sem autorização.