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“Nonco” é um boombap feito de recortes. Fragmentos da infância, vozes antigas, fita chiando e memória viva. Aqui a dor vira sample, o erro vira ritmo e o passado vira verso. É rap cru, sem pressa, sem efeito desnecessário — só sentimento loopado no vinil. Pra quem entende que silêncio também fala. Se curtir, deixa o like, comenta o que sentiu e compartilha. Isso fortalece demais o trampo independente. 🤍 🎤 Ston-G Boombap | Memória | Verdade --- 📜 LETRA — NONCO (Primeiro Verso) Sample da infância, ecoa na rua, Voz da vó chamando: “vem pra dentro, tá na lua”. Nonco no peito, pedaço quebrado, Eu gravo no beat o que ficou apagado. Play no vinil, chiado é memória, Cada risco da agulha é pedaço da história. Fumaça no quarto, fita velha rodando, Os medos caindo, meu mundo rimando. (Refrão) Nonco, pedaço do som que não some, Nonco, ecoa no nome sem nome. É corte, é cola, é vida no loop, Se a dor vira sample, eu viro o próprio groove. (Segundo Verso) Grave bate como coração no escuro, Verso rabiscado no caderno inseguro. Nonco é gíria, segredo, é disfarce, Transformo silêncio em flow que disfarce. Bebo lembrança em copo quebrado, Viro fragmento, mas sigo colado. No corte da alma eu tiro meu sample, Faço poesia daquilo que é simples. (Ponte) Nonco é só barulho ou verdade escondida? É pedaço de fita ou pedaço da vida? Se eu volto na track, repito a lição, Nonco é viver rimando contra solidão. (Refrão) Nonco, pedaço do som que não some, Nonco, ecoa no nome sem nome. É corte, é cola, é vida no loop, Se a dor vira sample, eu viro o próprio groove. (Outro) Yeah… fita chiando no escuro… Nonco é só eu, preso no futuro… Recortei os medos, joguei no caderno, E rimei pra sempre no vinil eterno.