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Catholica 142: A era das Cruzadas Entre os séculos XII e XIII, a cristandade ocidental promoveu uma série de expedições armadas — as Cruzadas — com o objetivo de proteger os Lugares Santos, apoiar os cristãos do Oriente e conter o avanço muçulmano. A seguir, resumimos as principais cruzadas entre a Segunda (1147) e a Nona (1272), destacando os seus contextos, protagonistas e consequências. 1. Segunda (1147–1149), Terceira (1189–1192) e Quarta Cruzada (1202–1204) Segunda Cruzada Foi convocada após a queda do condado de Edessa, o mais vulnerável dos Estados Latinos. Participaram o rei Luís VII da França e o imperador Conrado III. A campanha fracassou militarmente na Ásia Menor e na tentativa de tomar Damasco. Apesar da mobilização, revelou as dificuldades de coordenação e logística das forças cristãs. Terceira Cruzada Reagiu à perda de Jerusalém para Saladino (1187). Três monarcas participaram: Ricardo Coração de Leão (Inglaterra), Filipe Augusto (França) e Frederico Barbarossa (Império). Apesar de vitórias importantes, como a reconquista de Acre, Jerusalém não foi retomada. Um acordo garantiu o livre acesso dos peregrinos à cidade. Quarta Cruzada Pretendia atingir o Egito, mas desviou-se para Constantinopla por motivos financeiros e políticos. Os cruzados tomaram e saquearam a capital bizantina em 1204, fundando o efêmero Império Latino. Embora militarmente bem-sucedida, causou grande escândalo por atacar uma cidade cristã oriental e agravou a ruptura entre católicos e ortodoxos. 2. Quinta (1217–1221), Sexta (1228–1229) e Cruzada dos Barões (1239–1241) Quinta Cruzada Conduzida por forças europeias contra o Egito, conquistou Damieta, mas recusou propostas de paz que incluíam Jerusalém. A ofensiva rumo ao Cairo terminou em desastre. A obstinação e as rivalidades internas minaram a cruzada. Sexta Cruzada Liderada pelo imperador Frederico II, então excomungado, destacou-se por alcançar, por meio de negociação com o sultão do Egito, a restituição pacífica de Jerusalém aos cristãos por dez anos. Foi uma cruzada sem combates, mas contestada por muitos eclesiásticos. Cruzada dos Barões Organizada por nobres franceses e ingleses, buscou restaurar os domínios cristãos perdidos. Através de tratados e diplomacia, recuperou parte do território na Palestina, embora sem grandes feitos militares. Demonstrou o enfraquecimento progressivo da mobilização europeia. 3. Sétima (1248–1254), Oitava (1270) e Nona Cruzada (1271–1272) Sétima Cruzada Promovida por Lu��s IX da França (São Luís), visava conquistar o Egito como chave para Jerusalém. Após a conquista de Damieta, o exército sofreu derrota em al-Mansurah, e o rei foi capturado. Após o resgate, Luís permaneceu anos em Acre, fortalecendo as defesas cristãs. A cruzada fracassou militarmente, mas reforçou a imagem do rei como modelo de santidade e sacrifício. Oitava Cruzada Também liderada por Luís IX, visava inicialmente o Egito, mas acabou desembarcando em Túnis. Epidemias devastaram o acampamento e o rei faleceu logo após chegar. A cruzada foi encerrada sem combate. Representou o esgotamento do ideal cruzado no plano político. Nona Cruzada Realizada por Eduardo da Inglaterra, visou apoiar os últimos redutos cristãos na Palestina. Chegou a obter pequenas vitórias e resistiu a uma tentativa de assassinato. Com a morte de seu pai, Eduardo retornou à Inglaterra. Esta cruzada marcou o fim das grandes expedições cruzadas à Terra Santa. Conclusão As cruzadas do século XII ao XIII ilustram o desenvolvimento, auge e declínio de um dos fenômenos mais marcantes da cristandade medieval. Motivadas pela fé, zelo religioso e interesses políticos, refletiram a complexidade do relacionamento entre o Ocidente latino, o Oriente cristão e o mundo muçulmano. Apesar dos fracassos militares e das leituras críticas posteriores, muitas vezes marcadas por “lendas negras”, as cruzadas deixaram um legado espiritual e cultural profundo na memória da Igreja e da civilização ocidental. 🎙️ New to streaming or looking to level up? Check out StreamYard and get $10 discount! 😍 https://streamyard.com/pal/d/50030600...