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Foi a partir das 8h30 da manhã do dia 22 de Abril de 2018 que os espaços confinantes à igreja Nossa Senhora da Conceição se assistiram à invasão de mais de quatrocentos e cinquenta caminheiros oriundos das mais diferentes partes do país, gerando um movimento anormal nas Olalhas, povoação do concelho de Tomar. Toda esta gente ambicionava conhecer as cascatas da Ribeira da Lousa que, devido às chuvadas que durante as últimas semanas se houveram feito sentir, não desapontaram o prometido pelos jovens da freguesia de Olalhas que tiveram o apoio do município tomarense e foram assistidos pelo experiente grupo Tomar-Caminhando. Assim foram sendo calcorreados quinze quilómetros por montes e vales em que os caminheiros disfrutaram de paisagens espectaculares, cruzaram a ribeira do Seixo, refrescaram-se na fonte dos Pelinos, e treparam até ao alto de um monte onde na ermidinha de igual nome iam sendo saudados pela Nossa Senhora da Penha, daí se avistando a aldeia das Aboboreiras, o vale do Nabão e a colina de Tomar e bastante mais distante, a encosta Oeste da Serra de Aire. Daí em diante e à distância de uma légua, bem lá no fundo a aldeia do Casal das Aboboreiras foi seguindo os passos dos visitantes até que se lhes desvendou o pequeno vale da Ribeira da Lousa com o marulhar das águas do Açude dos Covões que ia espreitando entre a pequena ravina e a vegetação que teimava em o esconder. Descido o verdejante e frondoso vale, os caminheiros foram dar com outra magnífica obra inserida na natureza, o Açude do Zeferino. Fotos e mais fotos foram tiradas pelos deslumbrados caminheiros que prosseguiram a marcha ao longo da ribeira, entre caniçais e galerias ripícolas até darem com a Azenha do Cuco e o açude do Pisão. Trezentos metros andados e lá estava mais outra queda de água a precipitar-se do Açude dos Covões, um magnífico local para fotos individuais e de família, cujos rochedos envolventes convidam às poses de bom gosto das caminheiras que assim fazem lembrar as tágides e as sereias. Daí, com alguns chuviscos à mistura, atravessando pontões rudimentares em madeira, esperava-nos sereno, o lagar do Zé Batista... e num fundão, o Açude da Praia desafiando-nos a descer até junto das águas marulhantes... ao lado, os vestígios de uma levada cujas águas moveriam o engenho do Lagar do Zé Batista. Se bem repararmos, a cada azenha, a cada moinho de água ou a cada lagar corresponde um açude pelo que, mais adiante os caminheiros foram dar com as ruínas da Azenha do Neves que seria alimentada pela energia hídrica represada no Açude do Chico Rato. Continuando a marcha por entre arvoredo e galerias ripícolas os visitantes foram dar com as ruínas do Lagar do Félix ainda num estado perceptível de infra-estruturas e funcionamento, sendo qua aí a empresa ZezerOvo nos esperava com um magnífico e original patrocínio de ovos cozidos tque tão bem souberam. Mais três quilómetros de caminhada descendo a vales, atravessando pontões de madeira e linhas de água e subindo a montes, a caminhada terminou junto à Nossa Senhora da Conceição onde esperava a equipa da organização com um belo repasto em modo de self-service. Findada a azáfama proposta, logo houve elementos atreitos ao grupo Tomar- Caminhando a assentar arrais numa das mesas corridas e, debaixo da bandeira e da faixa que tão bem os identifica como fiéis seguidores das dinâmicas de D. Gualdim Paes, ficaram por aí até às tantas da tarde, em partilha de rodadas de tintol, culto às essências de Ceres, um enorme pacote sobrante de batatas fritas light , saltado da mochila do Carlos Mendes, um enorme tacho com pedaços de carne assada agarrada a tantos ossos que mais nos pareceram de entrecosto, ora roídos com avidez tal que parecia larica de Templários que não comiam há três quinze dias, bastantes fatias de pão, mais uma dúzia de ovos cozidos patrocinados pela ZezerOvo, ao ponto deste resistente grupo de caminheiros e caminheiras ter esgotado o stock de grades de cervejas da associação de Jovens, enquanto todo o espaço do salão improvisado ia sendo desmontado durante o salutar convívio da mais pura e franca amizade, (também ao malte, claro) ao ponto de no meio do recinto deserto só restar a ilha do grupo Tomar-Caminhando... e o toldo da tenda!!!!