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Hoje tudo aperta mais que o normal. Rio de Janeiro — Chuvas em curso Região metropolitana — Risco de alagamento Bairros baixos — Interrupções de energia Noite quente na avenida, asfalto molhado, cheiro de mar e fio cortado Luz tremendo na varanda, o vento empurra a lona do mercado Mão no bolso, chuva batendo no capô, sinal piscando na esquina #riodejaneiro #portuguese #braziliantraprapptbr #cancao #ritmo Music style: Brazilian Trap Rap (PT-BR) Tags: riodejaneiro, newskaraoke, news, karaoke, nyhetsrytm, trap, rap Lyrics: Noite quente na avenida, asfalto molhado, cheiro de mar e fio cortado Luz tremendo na varanda, o vento empurra a lona do mercado Mão no bolso, chuva batendo no capô, sinal piscando na esquina Voz no rádio: alerta amarelo, nuvem pesada, cidade fina Gota grossa no vidro do ônibus, gente encostada, olhar cansado Noturno de sirene, prego no sapato, celular apertado Ruas com córrego novo, bueiro cuspindo, passo calculado Tem festa virando risco, confete grudado no telhado O céu ameaça corte de luz, subestação sofrendo tédio Velho do bar conta vantagem, mas o troco é curto, medo Prefeitura manda recado sobre golpe na folia, tem batedor Mão amiga que vira mão lisa, carteira some no corredor Alerta amarelo no pulso, pulsação sobe quando a chuva vem Carnaval com mala aberta, promessa fácil e passatempo sem pneu Tem quem venda ingresso falso, tem quem ofereça abraço pago Temo pelo risos que viram bolso vazio, humor contrariado Chuva que entra pela fresta, memória molhada de cenas soltas Tem gente que troca SMS por truque, tem banda que perde nota Asfalto vira espelho, vejo passagem e vejo rosto que falta A cidade respira apertada, cada morador com a mala já rota Repetem no rádio: "chuvas intensas", repete no ouvido da rua Repetem no bloco: "cuidado com o bolso", repete na boca crua Repetem no aviso: "risco de corte", repete no poste treme Repetem no peito: "escuta", repete no peito: "escuta" Trovoada baixa, fileira de guarda-chuva como acenos Motorista arrisca curva, pressão no volante, cheiro de pneus Lâmpada que pisca lembra o tic-tac do tempo que não espera Moeda na mão some, mão alheia some, o bloco acelera Perto da praia, o rádio mostra fotos de rua invadida Na esquina um idoso conta o golpe e a chuva leva a ferida Cartaz amarelo colado no poste, aviso antigo, boca viva Gente que dança com medo, rindo por dentro, cabeça cativa A chuva não tem culpa, mas traz memória de fio rompido As luzes que caem são estrelas pequenas que perderam sentido No meio do corte e do rumo, o suor mistura com carnaval Sons de tambor e trovão, cidade inteira no sinal Lateja no peito a sirene, lateja o sapato na lama Última linha da rua, última vela na janela da chama Chove forte, repete: "escuta", repete: "escuta" Chove forte, repete: "escuta", repete: "escuta" Calçada molhada, passo lento, viu-se o vulto do mercado Fecho o capuz, ouço o mar e a cidade respirando o fardo