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Quando não estamos bem conosco mesmos temos a tendencia de tentar mostrar ao mundo que ninguém é bom o suficiente, mas em terapia é possivel transformar esse odio para os demais em amor por si mesmo. ................................................................................... Agendamento psicoterapia on-line ou presencial: WhatsApp 11 99787-4512 http://www.marisapsicologa.com.br/hor... Atendimento presencial: Rua Bela Cintra, 968 (prox Av Paulista - Metrô Consolação e Metrô Paulista) Psicólogo presencial em São Paulo região da Av Paulista, Consolação, Cerqueira Cesar. Inscreva-se neste canal http://goo.gl/32B3B6 Ajude a manter este canal no ar: Pix 11 99787-4512 Seja membro do clube de canais: / @psicólogosemsãopaulo E-books Gratuitos http://www.marisapsicologa.com.br/mat... E-books já publicados TOC Transtorno Obsessivo Compulsivo. Transtornos de Personalidade. Depressão. Tratamentos psicológicos. Ansiedade. Pânico. TDAH Déficit de atenção. Hipocondria. Esquizofrenia. Anorexia. Obesidade. Agorafobia. Tratamento para alcoolismo. Auto estima. Ansiedade infantil. Timidez. Bournot . Ejaculação Precoce. Superando a dor da separação. Como manter a sanidade mental na quarentena. Insônia. Neurose de Abandono. Borderline. Participar do grupo no Telegram: https://t.me/PsicologosemSP Este vídeo se propõe a apresentar situações nas quais um psicólogo pode atuar no processo de psicoterapia, não tendo função de tratamento. A psicoterapia é o seu espaço para receber orientação, refletir, se conhecer, mudar comportamentos, pensamentos e sentimentos Marisa de Abreu Psicóloga CRP 06/29493 _________________________________________ “Quando você se odeia a única coisa que importa é fazer as outras pessoas sentirem o mesmo”. (Frase do filme: Talk show, reinventado a comédia) Já sabemos que quando você não está bem com você mesmo fica difícil estar bem com os outros. O seu olhar para você mesmo, aquele que se volta para dentro, fica muito contaminado por todas as sensações ruins que você foi acumulando a seu próprio respeito. Quando algo não dá certo na nossa vida, tendemos a procurar culpados, e a primeira coisa que fazemos é procurar fora de nós. Os outros são culpados pelo clima horrível na empresa onde você trabalha, os outros são culpados pode nada dar certo na sua vida, as pessoas não colaboram, elas não ligam para você e não fazem nada para que as coisas na sua vida deem certo. E se a culpa não for de outras pessoas procuramos nas coisas e situações fora de nós, a culpa é do governo, do sistema, do trânsito, etc. Temos muita dificuldade em buscar em nós a participação do que não está bom. E desta forma claro que nosso olhar se volta para fora e buscamos o que há de ruim, temos ódio do mundo, temos medo do mundo, de pessoas, de animais, até do trovão. No filme uma comediante que entra em risco de perder seu programa pela baixa audiência reluta em aceitar que ela não se modernizou, manteve o mesmo estilo por décadas, e claro que culpou a audiência por não ter o mesmo “bom gosto” de antes. E na luta em manter seu programa desenvolve comportamentos agressivos e ilógicos até com as pessoas que mais estão ajudando. Assim fazemos todos. A resistência em mudar, em olhar para si mesmo, o medo do que não sabe que pode encontrar, e mesmo que esteja buscando algo melhor o desconhecido é assustador. Para tentar lidar com isso a pessoa faz sintomas agressivos. Se torna exatamente o que acredita que estão fazendo com ela. Sente aversão de quem acha que a exclui. Acha, pensa, acredita, mas não olha para dentro de si e busca entender como ela se coloca para estas pessoas. A psicoterapia passa por estes momentos. O eventual ódio ao terapeuta que parece que não sabe nada na verdade pode ser o paciente relutando em olhar para si. É um passo importante, mesmo que doloroso. Nem sempre acontece, mas se acontecer é importante se manter no processo pois o próximo passo pode ser revelador. O olhar negativo para todas as pessoas a sua volta pode ser seu movimento de transferir o ódio que sente por si mesmo para fora, para que os outros também sintam o mesmo ódio deles mesmos. Assim a pessoa se sentirá “incluída”, de uma forma disfuncional claro. Na terapia é possível transformar esse ódio para os demais por amor para si mesmo.