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A crise em Cuba entrou em uma nova fase — e segundo analistas internacionais, já não se trata apenas de dificuldades econômicas passageiras. O que está em curso pode ser o colapso estrutural de um modelo político que domina a ilha há mais de seis décadas. A escassez de combustível atingiu níveis sem precedentes. A falta de gasolina já compromete serviços básicos como coleta de lixo, transporte público, hospitais e até serviços funerários. Em algumas regiões, resíduos são queimados a céu aberto por ausência de combustível para caminhões. Relatos apontam improvisações dramáticas, simbolizando o grau de deterioração institucional que o país enfrenta. Os apagões se intensificaram. Com mais de 80% da matriz elétrica dependente de combustíveis fósseis, qualquer interrupção no fornecimento gera um efeito dominó devastador. Energia, água corrente, transporte e serviços essenciais entram em colapso. A crise energética expõe a fragilidade estrutural do Estado cubano. Diante desse cenário, Havana iniciou movimentos diplomáticos discretos buscando algum tipo de negociação com os Estados Unidos. Mas especialistas em relações internacionais alertam: um país sem reservas energéticas, sem divisas e altamente dependente de importações possui poder de barganha extremamente limitado. E os aliados históricos? México, Rússia, Brasil e China eram as últimas opções com capacidade real de ajuda significativa. Mas o contexto geopolítico mudou. O México depende fortemente do mercado norte-americano — mais de 80% de suas exportações vão para EUA e Canadá. A simples possibilidade de revisão do T-MEC já gera instabilidade econômica. Analistas avaliam que dificilmente o governo mexicano colocaria sua própria estabilidade em risco para salvar Havana. A Rússia, por sua vez, enfrenta os efeitos prolongados da guerra na Ucrânia. Em janeiro de 2025, Moscou arrecadou mais de 13 bilhões de dólares com exportações de hidrocarbonetos. Um ano depois, esse valor caiu para aproximadamente 4,6 bilhões — quase um terço. A queda impactou o rublo, elevou a inflação e aumentou temores de instabilidade bancária. Especialistas consideram improvável que o Kremlin subsidie petróleo para Cuba enquanto precisa financiar seu próprio esforço de guerra. O Brasil registrou crescimento superior a 12% na produção de petróleo em 2025, alcançando quase quatro milhões de barris diários. Em teoria, poderia suprir a demanda cubana. Na prática, a equação política é mais complexa. Os Estados Unidos são parceiros comerciais estratégicos e investidores relevantes no país. Analistas avaliam que Brasília dificilmente arriscaria esse equilíbrio por Havana. Resta, então, a China. Pequim foi, por décadas, um parceiro vital de Cuba. Forneceu equipamentos, tecnologia, maquinário e bens essenciais enquanto o petróleo venezuelano sustentava a matriz energética cubana. Mas a China opera sob lógica pragmática: ajuda, mas espera pagamento. E Cuba enfrenta grave escassez de divisas. Recentemente, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China afirmou que Pequim está disposta a ajudar diante da escassez de combustível para aviões. No entanto, o comunicado foi breve e sem compromissos concretos — sinal claro de cautela estratégica. Há, porém, um fator que pode alterar o cálculo: geografia. Cuba está a apenas 150 quilômetros dos Estados Unidos. Relatórios do Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais (CSIS) indicam a existência de instalações que poderiam estar associadas a operações de inteligência chinesa na ilha, incluindo estruturas em Bejucal, El Salao, Wajay e Calabazar. Especialistas apontam possível atividade de SIGINT — inteligência de sinais — com capacidade de interceptação de comunicações civis e militares. Se confirmado, isso transformaria Cuba em um ponto avançado estratégico no contexto da rivalidade sino-americana. Além disso, a China aprovou um pacote emergencial de 80 milhões de dólares e enviou 60 mil toneladas de arroz — alívio pontual, mas insuficiente para resolver a crise energética estrutural. A grande questão permanece: Pequim estaria disposta a enfrentar Washington por causa de Havana? Ou oferecerá apenas apoio limitado e cuidadosamente calibrado? Cuba joga sua última carta: sua localização estratégica. Sem aliados dispostos a bancar integralmente sua sobrevivência energética, com isolamento diplomático crescente e economia fragilizada, o regime enfrenta um momento decisivo. A pergunta ecoa no cenário internacional: Onde está a China? Onde está a Rússia? Por que não agem? Nos próximos capítulos, o posicionamento de Pequim poderá definir se Cuba continuará como símbolo ideológico do passado ou se se tornará peça ativa no novo tabuleiro da disputa entre grandes potências. 📌 Inscreva-se no canal para análises profundas sobre geopolítica, economia global e os bastidores das grandes potências. 📊 Ative o sininho e acompanhe os próximos desdobramentos. 🌎 Aqui você entende o mapa real do poder mundial.