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No inicio da sua defesa, Sócrates diz que não foi preparado para falar ali, no tribunal. É como um estrangeiro, e só tem o seu dialeto. Qual é o dialeto de Sócrates? Ou melhor, como ele funciona e o que ele pretende? Assim como ocorreu nas conversas que teve com os outros atenienses, Sócrates não foi preparado. Ele cruzava com a pessoa na rua, ouvia o que ela dizia e isso lhe dava o tema da conversa e um primeiro argumento. Ao longo da conversa, os argumentos surgiam e se mostravam inconsistentes entre si e insuficientes para definir o objeto tratado. Cada conversa gerava seus saberes, inclusive o saber que não se sabia daquilo. Isso irritou tanto os atenienses que os fizeram jogá-lo naquele julgamento? Pode ser. Mas Sócrates considera mais perigosos aqueles homens que há muito divulgam uma imagem falsa dele, a de que ele pesquisa as coisas de alto e de baixo e, com isso, não acredita nos deuses. Divulgam e inculcam isso nos atenienses, tornando difícil corrigir essa falsidade. O filósofo pretende corrigir antigas e arraigadas falsidades. É muita pretensão, Sócrates admite, e o que pode fazer é usar um antigo dialeto dele, ou um antigo modo de dizer: dizer a verdade sobre si, ou melhor, do que sempre fez. Contra uma falsidade de décadas, um discurso que fala de algo que já tem décadas. A verdade é a verdade do que ele fez. Os atenienses não viram? Referências Platão - Diálogos. ed EDIPRO Ghiraldelli, Paulo - Sócrates: Pensador e Educador. Editora Cortez