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O cinema da URSS que venceu foi o estalinista, predominante a partir de meados dos anos 1930. Concentrado em retratar a realidade do operário e da operária, voltado à glorificação do trabalho produtivo, esse cinema se restringiu a fazer uma política da representação sob a estrita disciplina partidária. Nisso, não inovou em nada e terminou rendido à agenda de propaganda do estado. Integrado a uma paisagem cada vez mais estéril e opaca, distante dos devires do momento "1900" e das subjetividades de 1917, desvitalizou-se. Mas antes disso, houve um vibrante cinema soviético que brotou do mesmo ecossistema das vanguardas estéticas nas demais artes. Esse cinema aglutinou-se na escola dialética dos anos 1910 e 20. As obras de Kuleshov, Eisenstein, Pudovkin, Dovjenko e Vertov testemunham esse esforço em superar a montagem americana que era hegemônica e colocar-se na ponta de lança do novo mundo que começava a nascer. Esses realizadores chegaram à maturidade no final dos anos 1920, porém, justamente no momento de maior riqueza, um após o outro foi duramente enquadrado pelos aparelhos culturais do partido e a seguir podado em suas perspectivas mais transformadoras. Nesta aula, seguimos a exposição do cine-olho de Dziga Vertov, que buscou levar o olho até uma matéria em movimento, um olho cinético. O cineasta é situado em seu tempo e a seguir transversalmente com expressões do século 17: a ótica de J. Kepler, a pintura holandesa de Rembrandt e Vermeer, e a ética da imanência de Spinoza. Esta é a vigésima sexta aula (26/42) de Bruno Cava sobre o livro "A imagem-movimento" (Cinema 1), de Gilles Deleuze. Se curtiram, não deixem de seguir o canal. E também no Facebook ( / grupohorazul ) e no Instagram ( / canal_horazul . -- Bibliografia: Henri Bergson, "Matéria e memória", 1896. Henri Bergson, "A evolução criadora", 1907. Henri Bergson, "A energia espiritual", 1909. Henri Bergson, "Duração e simultaneidade", 1922. Gilles Deleuze, "A imagem-movimento", 1983. Gilles Deleuze, "A imagem-tempo", 1985. Sergei Eisenstein, "A forma do filme", 1949. Sergei Eisenstein, "Towards a Theory of Montage", 1994 (ed.). Filmes (fair use) - excertos: "Paris que dorme", França, dir. René Clair, 1924. "A sexta parte do mundo", URSS, dir. Dziga Vertov, 1926. "O homem com a câmera", URSS, dir. Dziga Vertov, 1929. Músicas (fair use) - excertos: Dmitri Shostakovich. Valsa número 2, interpretada por Gala Concert in Arena Pula, Croatia, August 2018, arranjo por Hauser e Filip Sljivac. Fonte: • HAUSER - Waltz No. 2 (Shostakovich) -- Professor e edição: Bruno Cava Câmera, som e cenário: Luiz Felipe Teves Supervisão técnica: Julie Nunes