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Carlos Lopes: As useless a memory (Encomenda DME) Inês Lopes, piano Carlos Lopes, electrónica (realização e performance) Teresa Lopes: Artista Visual Biografias: Carlos Lopes é um compositor e pianista natural de Guimarães com particular interesse pela criação colaborativa de música instrumental e vocal, bem como pelo uso de eletroacústica, improvisação e de novos formatos artísticos na performance musical. Em 2021, foi Jovem Compositor em Residência na Casa da Música, onde decorreram estreias das suas obras pela Orquestra Sinfónica do Porto e pelo Remix Ensemble. Atualmente, frequenta o Mestrado em Composição na Hochschule für Musik und Tanz de Colónia, na classe de Miroslav Srnka. Licenciou-se em Piano na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo do Porto, com o professor Constantin Sandu, tendo terminado em 2020 a sua Licenciatura em Composição na mesma instituição, sob orientação de Pedro Santos, Dimitrios Andrikopoulos e Carlos Azevedo. Em Julho de 2018, obteve o 2o Prémio no 11o Concurso Internacional de Composição da Póvoa de Varzim com o quarteto de cordas tragoidia. Participou no workshop ENOA – “Composing for Voices”, na Fundação Calouste Gulbenkian, onde foi orientado pelo compositor Luís Tinoco. Em julho de 2019, foi estreada a sua obra 5 Variações do Desassossego, pela Orquestra Gulbenkian e o barítono Tiago Matos, sob a direcção de Pedro Neves. Em 2020, escreve Clepsydra como encomenda para o Prémio Jovens Músicos (Antena 2/RTP), peça obrigatória da categoria de Violoncelo – nível superior. Em Junho de 2022, foi distinguido com a Recomendação “Compositores com menos de 30” na 68a Tribuna Internacional de Compositores (ROSTRUM+), em Belgrado, pela sua obra Artefacst. Executa com frequência as suas próprias peças e a dos seus colegas, tendo dirigido o ensemble ColLAB Cologne sob tutelagem de Susanne Blumenthal. Participou também em classes de aperfeiçoamento, palestras e workshops com Helmut Lachenmann, Harrison Birtwistle, Philippe Manoury, Clara Ianotta, Rebecca Saunders, Ensemble Mosaik em colaboração com Luís Antunes Pena, Alexander Schubert, Johannes Schöllhorn, João Pedro Oliveira, Panayiotis Kokoras e Moritz Eggert. Inês Lopes é uma pianista portuguesa a residir atualmente nos Países Baixos. Com particular interesse em música e criação contemporânea, Inês tem-se focado na colaboração com compositores, não só na performance mas também na criação de obras musicais, na performance de música para piano e eletrónica, em projetos transdisciplinares, no trabalho com ensembles e grupos de câmara, em projetos envolvendo instrumentos pouco usuais como toy piano e outros instrumentos de brincar e, mais recentemente, em improvisação. Durante o seu mestrado na ESMAE Inês focou-se em música mista. Nesta área destacam- se a sua participação no IV Encontro Internacional de Piano Contemporâneo (2019), um concerto comentado na Tipografia do Conto no Porto (2020), uma sessão de gravação para o CARA – Orquestra de Jazz de Matosinhos (2020), o streaming da sua gravação da obra Bonus para toy piano e eletrónica de Nuno Lobo na edição de 2020 do Festival Gaudeamus e a sua participação numa residência em Saint-Étienne (2022). Ultimamente a sua atividade artística reparte-se entre projetos com ensemble, projetos envolvendo instrumentos de brincar e projetos envolvendo improvisação. Inês colaborou com formações como o Remix Ensemble da Casa da Música e o Ensemble DME e é, desde 2020, membro dos Sketch351 – coletivo dedicado à música e criação contemporânea – com quem atuou no Delft Fringe Festival e em concertos em Colónia, Amsterdão, Haia, Leiden e Porto. Recentemente Inês foi parte do Ensemble Mutante, encomenda a Vera Morais para a 14a Edição do Festival Porta-Jazz. Estudou na Academia de Música de Paços de Brandão, Conservatório de Música do Porto e na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo nas classes dos professores Isabel Ramos, Eduardo Resende e Madalena Soveral, respetivamente. Em 2022 Inês concluiu, cum laude, um mestrado no Conservatório Real de Haia onde estudou com a pianista Ellen Corver e onde tirou uma especialização em Ensemble Contemporâneo. Teresa Lopes Arquiteta e artista visual, Teresa Lopes (1993) vive e trabalha no Porto. Formada em arquitetura, exerce, atualmente, a profissão. Paralelamente, e em colaboração com músicos e outros artistas, tem vindo a desenvolver projectos visuais experimentais que apresenta em concertos ao vivo, dos quais se destacam a colaboração regular com o trio de música experimental Ilusão Gótica. Recorrendo à gravação, projecção e manipulção de imagens, cruzando métodos e técnicas analógicas e digitais, Teresa procura criar ambientes imersivos, onde, num diálogo próximo entre som e imagem, guia o espectador entre diferentes paisagens,animadas em tempo real.