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João Quinteiro: Penélope, meio-dia (2023), para harpa, espacialização e atriz (versão para harpa e especialização - redução stereo) Encomenda Projecto DME http://www.projecto-dme.org/ Salomé Pais Matos, harpa Notas de programa: Está na cozinha, a sopa ao lume, os pratos na mesa, talheres para dois, como se ele viesse. Hoje. Ele não volta, anda embarcado há muitos anos num navio com sal e ferrugem nos porões. Mas ela espera, sabe que ele pode chegar a qualquer momento. Às vezes espreita a telenovela ou as ervas a crescer junto ao muro do quintal. No resto do tempo, faz e desfaz o mesmo naperon, para enganar as horas, o frio, a solidão e um corpo esquecido do que é o amor.” José Mário Silva em “Nuvens e Labirintos” “Penélope, meio-dia” é uma encomenda do Projecto DME e integra o conjunto de obras satélite que orbitam em torno do projeto de ópera “Regresso” e toma como ponto de partida o poema homónimo de José Mário Silva. A obra é escrita para harpa espacializada e actriz, contudo na presente performance, por impossibilidade de agenda da actriz que estava convidada a interpretar o papel de Penélope, foi tomada a opção de fazer a peça sem este elemento performático. Penélope habita o tempo infinito de quem espera pela chegada do próprio tempo que se desdobra e multiplica na tensão contemplativa de um horizonte ausente de Ulisses. A obra propõe, nesta medida, a criação de um espaço onde a tensão e a contemplação, tal como a esperança e a angústia, se sobrepõem num ponto de fuga comum. Biografias: João Quinteiro é compositor, encontra-se em Doutoramento na FCSH - Kunstuniversität Graz - Fondazionne Archivio Luigi Nono. Estudou com Isabel Soveral, João Pedro Oliveira, Evgueni Zoudilkine, Emmanuel Nunes e Beat Furrer, e contactado com compositores como B. Ferneyhough, P. Billone e H. Lachenmann. Integra a Direcção da Associação Portuguesa de Compositores. A sua música tem sido tocada e encomendada por formações e intérpretes nacionais como o Lisbon Ensemble 20/21, o GMCL - Grupo de Música Contemporânea de Lisboa, o OpuSpiritum Ensemble, o Duo Sigma, o Astrus Duo, o Kodu Percussion Group, o Ipsis Duo, Henrique Portovedo, André Correia, Marco Fernandes e formações internacionais como o Mise-en Ensemble (NY), Vertixe Sonora (Galiza) e o Projecto Creative Collision (Leipzig). Salomé Pais Matos é uma harpista portuguesa multifacetada. Iniciou os estudos de Harpa no Conservatório Nacional de Lisboa. Estudou Composição com Eurico Carrapatoso e Música Contemporânea com Clotilde Rosa. Em 2010, prosseguiu estudos no Conservatório Giuseppe Verdi di Milano, obtendo o nível de Mestre de Harpa em performance solística. Detém, também, o nível de Mestre em Ensino da Música, pela ESML. Desde 2006, desenvolve um intenso trabalho na área da Música nas mais diversas formações e actividades. Participou em Musicais, com Filipe La Féria e Nuno Feist. Colabora com Victor Gama, com projectos de multi-instrumentalismo, contando com diversas apresentações internacionais, desde 2010, em Londres, Amsterdão, Bogotá, Luanda, etc. Realizou participações especiais no Festival de BD da Amadora, na Gala das Mulheres Empreendedoras Europa/África, Festival da Canção, Rio Harp Festival, Journées Internationales de la Harpe, etc. Mais informações em: https://www.salomematosharpa.com/biog...