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Bem-vindo ao Hit Nerd Brasil. Alguns vivem o tempo. Outros lutam contra ele. Frieren… simplesmente não percebeu quando ele passou. Com uma atmosfera etérea, melancólica e contemplativa, esta música retrata a jornada emocional de Frieren após o fim da grande aventura. Não é uma canção sobre derrotar vilões, mas sobre compreender sentimentos que amadurecem tarde demais. Uma história sobre perda, arrependimento silencioso, memórias pequenas e o aprendizado doloroso de que até para um ser eterno… algumas coisas não voltam. O tempo não pesa. Até levar alguém embora. 🎶 Letra da música: O tempo… pra mim, sempre foi leve. Até eu perder vocês. Eu vi o rei demônio cair como cai uma estrela, e achei que era só isso… a última tela. A festa acabou, o povo aplaudiu, e eu sorri sem entender o que eu sentia, o que sumiu. Dez anos pra eles é vida inteira, pra mim foi um suspiro na primavera. Eu disse “até logo” com paz na voz, sem notar que aquele “logo”… não era pra nós. Depois eu voltei, e a cidade era outra, e o rosto do Himmel virou pedra e memória solta. Foi aí que eu entendi, tarde demais: o tempo não pesa… até levar quem te traz. Eu coleciono magias pequenas, sem razão, como quem tenta guardar… o que já virou chão. Frieren… eu caminho pra aprender a sentir, mil anos de passos pra tentar corrigir. Se a vida é um instante pros olhos de um elfo, por que dói tanto quando o instante é você que eu perco? Eu vou além do fim… só pra entender: amar é tarde… mas ainda é viver. Fern me olha sério, como quem lê o meu silêncio, ela vê a culpa no meu “tanto faz” imenso. Stark é barulho, coragem e coração, e me lembra que o mundo não espera a reflexão. Eu ensino feitiço, arrumo a mochila, mas o que eu busco mesmo… não cabe em disciplina. Eu busco um detalhe: o jeito de sorrir, a frase boba do Heiter, o olhar antes de partir. Cada vila que salva, cada noite que cai, é um lembrete suave: ainda tem “depois” pra tentar. E talvez seja isso que o Himmel quis me mostrar: que as coisas pequenas… são o que fica no ar. Eu não sou boa com despedidas… porque eu nunca achei que elas fossem definitivas. Frieren… eu caminho pra aprender a sentir, mil anos de passos pra tentar corrigir. Se a vida é um instante pros olhos de um elfo, por que dói tanto quando o instante é você que eu perco? Eu vou além do fim… só pra entender: amar é tarde… mas ainda é viver. Se eu puder, eu volto naquele céu de meteoros, pra dizer “obrigada” sem parecer tão… de gelo. Eu diria ao Himmel: “eu lembro de você”, não como lenda — como alguém que eu deixei crescer. E mesmo que o mundo gire e me faça eterna, eu aprendi: eternidade também é caverna. Então eu acendo lanternas em cada encontro, trato o presente como um tesouro pronto. Porque entender pessoas é magia difícil, e eu… ainda sou aprendiz disso. Mas eu sigo, eu cuido, eu guardo, eu reparo: um coração não é rápido — ele aprende no passo. Mil anos depois… eu ainda caminho. E dessa vez… eu presto atenção.