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Bem-vindo ao Hit Nerd Brasil. Rukia Kuchiki sempre carregou mais do que uma zanpakutō. Entre o peso do dever, a frieza das leis e a elegância imposta por um sobrenome que nunca escolheu, ela aprendeu cedo a silenciar o próprio coração. Com uma atmosfera etérea e melancólica, misturando trap emocional, pads gelados e épica cinematográfica, esta música explora a dualidade de Rukia: gelo por fora, chama por dentro. Uma história sobre identidade, culpa, amizade e a força silenciosa de quem decide continuar — mesmo quando tudo pede para congelar. Aqui, o inverno não é ausência de sentimento. É controle… com propósito. 🎶 Letra da música: Há coisas que eu nunca disse… porque dever pesa mais que voz. Mas quando eu empunho minha zanpakutō… o inverno fala por mim. Eu vim do nada, das ruas sem nome, aprendi a sorrir pra esconder fome. Com Renji ao lado, eu sonhei em subir, mesmo que o céu dissesse: “você não vai conseguir.” E então veio um sobrenome como corrente no pulso: Kuchiki — elegância… e um mundo injusto. Aprendi a andar reta, a calar o peito, a vestir o dever como se fosse perfeito. Mas por dentro eu guardava uma dor que não some: a saudade do que eu era… antes do meu nome. Eu perdi coisas demais… pra perder a mim também. Rukia! Eu sou o inverno em forma de lâmina, fria por fora, por dentro chama antiga. Se a noite tentar me dobrar com solidão, eu congelo o medo… e sigo a direção. Eu entrei na tua vida como acidente do destino, e te dei o que eu tinha — sem saber o caminho. Ichigo, te ver lutar me fez lembrar que coragem não pede licença pra brotar. Mas a lei veio rápida, veio cruel, veio fria, e eu aceitei a sentença como quem já não sorria. Porque eu achava que pagar era o certo, mesmo que “certo” fosse um abismo por dentro. Só que amizade é um tipo de milagre inconveniente: ele te salva… mesmo quando você não se sente. Se eu tiver que cair… que seja em pé. Se eu tiver que tremer… que seja de poder. Eu não sou só regra, não sou só dever, eu sou aquilo que escolhi ser. Entre gelo e dor, eu fiz minha oração: a neve cai… mas não cai minha convicção. Eu carreguei culpa como se fosse parte do uniforme, me escondi no silêncio pra parecer mais forte. Mas hoje eu entendo: o coração não é fraqueza, é a fonte da lâmina — a real pureza. Minha dança é calma, meu corte é preciso, um inverno absoluto, um fim sem aviso. E quando eu ergo a espada, o mundo aprende a ver: a beleza também pode vencer. Porque eu não sou só alguém que foi salva… eu sou alguém que retorna… e salva. Respire… e sinta o frio. Rukia! Eu sou o inverno em forma de lâmina, fria por fora, por dentro chama antiga. Eu não sou só regra, não sou só dever, eu sou aquilo que escolhi ser. Se a noite tentar me dobrar com solidão, eu congelo o medo… e sigo a direção. O silêncio… também é força.