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Eu carrego um sol na cabeça, e um nó quieto no peito. Eu não sou ausência — eu só sinto de outro jeito. Eu caminho pela rua com o mundo na mão, vendo sinais no vento, buscando direção. Quando a vida me atravessa e eu não sei reagir, eu paro, eu respiro… e tento seguir. Se eu não choro na hora, não é falta de calor, é que meu coração demora pra achar o nome da dor. Eu pareço distante, mas eu tô aqui — feito farol na neblina, tentando não sumir. Eu guardo o incêndio por dentro, sem levantar a voz, porque um grito fora de hora vira mais peso pra nós. Mas tem dias que a culpa chega e pergunta, sem fim: “por que você não sente… como esperam de mim?” Oh-oh-oh… eu sinto, eu sinto sim, só não do jeito que esperam de mim. Oh-oh-oh… se eu não sei demonstrar, me vê nos detalhes — eu tento estar. Nem todo amor vira lágrima, nem toda falta vira voz, às vezes eu amo em silêncio… e o silêncio também é “nós”. Então segura minha mão (mesmo sem entender): eu tô aprendendo a ser… eu tô aprendendo a viver… eu tô aprendendo a seguir. Tem gente que nasce no alto, tem gente no fim do trem, tem dor que não é metáfora — é carregar muito além. E eu não quero usar estrelas pra cobrir a realidade, nem chamar de “destino” o que é desigualdade. Eu quis consertar o mundo — e o mundo me respondeu: “Cuidado: ajudar sem pedido também pode doer.” Então eu treino presença — sem virar correção, aprendo a escutar primeiro… e a ficar do teu lado. Porque tem gente que só quer um colo, sem solução, e tem gente que só precisa manter a direção. E eu, que penso demais, vou aprendendo devagar: às vezes amar é calar… às vezes amar é ficar… às vezes amar é cuidar… sem querer comandar. Oh-oh-oh… eu sinto, eu sinto sim, só não do jeito que esperam de mim. Oh-oh-oh… se eu não sei demonstrar, me vê nos detalhes — eu tento estar. Nem todo amor vira lágrima, nem toda falta vira voz, às vezes eu amo em silêncio… e o silêncio também é “nós”. Então segura minha mão (mesmo sem entender): eu tô aprendendo a ser… eu tô aprendendo a viver… eu tô aprendendo a seguir. Eu tenho um quarto vazio onde a saudade não grita, anos sem voltar… e a culpa me visita. Eu olho pro espelho e pergunto baixinho: “será que eu sou gente… ou só um caminho?” Eu não sinto “saudade” como contam por aí, mas eu sinto a tristeza de não sentir — e isso tá em mim. Se eu me importo com isso, eu não virei pedra: tem um coração escondido… procurando uma fresta. Oh-oh-oh… eu sinto, eu sinto sim, só não do jeito que esperam de mim. Oh-oh-oh… se eu não sei demonstrar, me vê nos detalhes — eu escolho ficar. Então deixa eu tentar: respirar… aguentar… recomeçar… me encontrar. Eu não sou ausência. Eu sou tradução. Eu fico em construção. #musicaautorais #musicabrasileira #mpb #indiebrasil #indiepop #alternativobrasil #songwriter #cantautor #letraautorais #poesia #poesiacantada #musicatriste #musicaemocional #sentimentos #vulnerabilidade #autoconhecimento #saudemental #ansiedade #depressao #silencio #amor #amoremSilencio #relacionamentos #empatia #desigualdade #reflexao #recomecar #superacao #ficaremconstrucao #eusinto #eusintoassim #brasil