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HAN, B. C. Falando sobre Deus. Petrópolis: Vozes, 2025. [2025]. 2. Descriação “Assim, Bartleby não representa a descriação (Entschöpfung), mas sim o esgotamento (Erschöpfung). Para sua ideia de descriação, Agamben deveria ter recorrido não a Bartleby, mas a Simone Weil, a quem ele deve esse conceito. Simone Weil define a descriação exatamente no sentido de Agamben: ‘Descriação: fazer o criado passar ao incriado’ (Weil, 2020, p. 37). A descriação nos leva além do que foi criado, aproximando-nos do ato divino da criação. Quem, por outro lado, se agarra ao criado, afasta-se da criação divina. Quando nos descriamos como criatura por amor a Deus, isto é, quando renunciamos ao eu e nos tornamos nada, então participamos da potência absoluta de Deus.” (p. 32). “A criação se completa ao renunciarmos ao nosso eu por amor a Deus. A descriação, como ‘completamento transcendente da criação’, é uma ‘aniquilação em Deus’. Ela dá à ‘criatura aniquilada’ uma ‘plenitude do ser’ (Weil, 1996, p. 152). [...] Com a ideia de descriação, Simone Weil formula o princípio fundamental de todo misticismo: quem se dá à morte, desperta para um ser mais elevado.” (p. 33). “Entre as razões estruturais para a crise da religião está, além do declínio da atenção, o fortalecimento maciço do eu. Hoje, nossa atenção gira exclusivamente em torno do eu. Veneramos o culto do self, a liturgia do self, em que cada um é sacerdote de si mesmo. O sacerdote de si mesmo chama-se, no vocabulário do regime neoliberal, o empreendedor de si mesmo. Cada um se produz e se performa a si mesmo. O eu ruidoso mantém Deus afastado de nós.” (p. 35).