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Qual é o estatuto do amor, tantas vezes evocado na cena do crime de feminicídio pelo agressor como motivo para o último gesto de violência contra mulheres? O Sábados Feministas realizou, excepcionalmente em uma sexta-feira, no dia 21 de novembro, a edição dedicada ao tema “Romantismo e feminicídio à brasileira: quem ama mata?”, com palestra da psicanalista e professora Dra. Mônica Januzzi, da PUC Minas, estudiosa das implicações do amor romântico sobre a sociedade brasileira – a quinta em feminicídios do mundo. Segundo a pesquisadora, o amor, frequentemente usado como justificativa para o crime, é “um amor narcísico, produto da identificação masculina ao ideal do Eu patriarcal”. Sob uma perspectiva crítica, de orientação psicanalítica e política, Mônica Januzzi analisa o corpo feminino na cena do feminicídio como expressão de uma cultura que naturaliza a misoginia, herdeira de estruturas coloniais e patriarcais. Em suas pesquisas, a psicanalista ouviu mulheres sobreviventes de tentativas de feminicídio, que relataram um ponto em comum: a crença no amor romântico como prisão simbólica, que paralisa e impede a ruptura com relações abusivas — mesmo diante da iminência da morte. Esse aprisionamento, observa Januzzi, se perpetua pela confluência de três fatores de risco: relações afetivas violentas, valores conservadores religiosos e indiferença do Estado. O projeto Sábados Feministas é uma iniciativa da AML em parceria com o movimento Quem Ama Não Mata e acontece no âmbito do “Plano Anual Academia Mineira de Letras – AML (PRONAC 248139)”, previsto na Lei Federal de Incentivo à Cultura, e tem o patrocínio do Instituto Unimed-BH – por meio do incentivo fiscal de mais de cinco mil e setecentos médicos cooperados e colaboradores. O evento tem apoio do Esquina Santê. SOBRE OS CONVIDADOS Mônica Eulália da Silva Januzzi é psicanalista, Professora Adjunta no Departamento e no Programa de Pós-graduação Mestrado e Doutorado em Psicologia da PUC Minas, Doutora e Mestre em Psicologia pela PUC-Minas, e tem Pós-Doutorado em Estudos Psicanalíticos UFMG/FAFICH. É coordenadora do Laboratório de Estudos e Pesquisa em Psicanálise e Crítica Social no Contemporâneo – LAPCRIS da PUC Minas, membro do GT Psicanálise, Clínica e Política da Associação Nacional de Pesquisa de Pós-Graduação em Psicologia -ANPEPP. Mônica também é membro do GT Psicanálise e Violências da Rede Interamericana de Psicanálise e Política – Redippol e do Comitê de Ética em Pesquisa – CEP, da PUC Minas. Desenvolve pesquisas nas temáticas da saúde mental, adolescências, feminino e violências de gênero na interface entre psicanálise e decolonialidade.