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ARMAGEDOM (Ish Hagun) O céu tá cinza, cheira a pólvora no ar Canhões decidem quem pode respirar Gigantes marcham sobre nações de joelhos A força dita leis, rasga tratados velhos Bandeiras manchadas de sangue e ganância O fraco cai primeiro, ninguém tem piedade ou ânsia O mapa muda ao som de bombas no chão O mundo treme sob o peso da dominação Ideologias viram armas nas mãos Extremos gritam mais alto que a razão O ódio veste terno, sobe ao poder E chama de ordem o que é fazer sofrer Estamos à beira do abismo, olhando o fim O mundo em chamas, longe de Deus, longe de mim A moral morreu, a verdade sangrou É o armagedom que o homem criou Não há mais luz no coração da multidão Só o eco frio da própria perdição Doenças cruzam fronteiras sem pedir permissão Pandemias varrem vidas como se fossem pó no chão Corpos empilhados, números na televisão Enquanto lucros crescem sobre a desolação O medo virou moeda, a dor virou negócio A vida é descartável no altar do sócio Quem tem poder se isola atrás de muros de ouro Quem nada tem, enterra mais um choro O egoísmo agora é regra social Vaidade é virtude, compaixão é banal O pobre é invisível, o fraco é descartável Humanidade à venda, preço negociável Estamos à beira do abismo, sem freio algum Corações vazios, cada um por si, nenhum por um A justiça foi comprada, a esperança traiu É o armagedom que a gente construiu Não há mais temor, não há mais perdão Só a queda livre dessa geração Corrupção corre solta, veste mil rostos Engole sistemas, apodrece os postos Leis se dobram ao som do dinheiro E a verdade apodrece no bolso do banqueiro Falsos profetas sob holofotes e aplausos Vendendo milagres, comprando palácios Usam o nome de Deus como escudo e arma Exploram a fé, roubam a última chama Onde está o respeito? Onde está o temor? Trocaram princípios por status e poder Chamaram trevas de progresso Chamaram ódio de opinião E empurraram o mundo pra própria destruição Estamos no abismo, não dá mais pra fingir O fim não vem do céu, vem de nós aqui Sem moral, sem amor, sem direção O mundo cai de joelhos, mas não em oração Se isso é o armagedom, não foi Deus quem escreveu Foi a mão do homem… que o mundo perdeu Sirene no horizonte, silêncio na fé A pergunta ecoa: ainda há como ficar de pé? Ou vamos cair juntos, sem redenção No último acorde da humanidade em ruína e escuridão?