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No quarto episódio da websérie Juquery por Novas Lentes, o Museu de Arte Osório Cesar é apresentado como um espaço em constante construção. Mais do que expor obras, o episódio revela os critérios, escolhas e desafios envolvidos na seleção de trabalhos que atravessam quase um século de produção artística no Complexo do Juquery. A partir dos depoimentos da equipe e dos curadores, acompanhamos como a seleção considerou o histórico de exposições das obras, sua circulação em mostras nacionais e internacionais e o papel fundamental de Osório César na legitimação dessas produções como arte. Médico e crítico atuante no modernismo brasileiro, César estabeleceu diálogos com nomes como Tarsila do Amaral e Lasar Segall, além de levar obras do Juquery para exposições na Europa — um gesto pioneiro que deslocou essas criações do campo exclusivamente clínico para o campo estético e artístico. O episódio também evidencia os desafios contemporâneos: um acervo com mais de 8 mil obras, um espaço expositivo reduzido e a responsabilidade de representar artistas diversos, respeitando suas autorias e trajetórias. Temáticas como religião, sexualidade, inconsciente e o próprio espaço do hospital atravessam a curadoria, revelando camadas complexas de sentido. Entre dois legados, o dos próprios artistas e o das pessoas que cuidaram, pesquisaram e preservaram o acervo ao longo das décadas, o museu amplia sua perspectiva. Se antes a leitura estava fortemente vinculada à psicologia, hoje incorpora também discussões estéticas, históricas e sociais, reconhecendo essas produções como obras de artistas, e não apenas como registros de pacientes. A fotografia surge, mais uma vez, como documento essencial. Registro, prova, possibilidade de pesquisa e reconstrução de trajetórias, ela permite compreender ateliês, obras desaparecidas e processos de criação. Ao lado das novas formas de difusão apresentadas pelo projeto, reforça-se a necessidade de ampliar o acesso, a memória e o diálogo com o presente. O Museu em Processo discute como um acervo histórico pode continuar vivo, respondendo às transformações da sociedade e às novas formas de pensar a saúde mental, a arte e a preservação cultural. Acesse o livreto em formato e-book para saber mais sobre o projeto e o Museu de Arte Osório Cesar (MAOC): https://www.romaatomica.com.br/produc … FICHA TÉCNICA DO PROJETO Rodrigo Reis | Fotógrafo Elielton Ribeiro | Pesquisa, Curadoria e Idealização Heloísa Ferraz e Michelle Guimarães | Convidadas Bruno Hartman | Assistente de Pesquisa e Curadoria Paloma Rodrigues | Direção de Produção e Idealização Amara Hartmann | Produção Executiva e Idealização Fernanda Lustosa | Assistência de Produção Rafael Matias, Mari Moura, Léo Daruma, Dalila Mendonça, Luiz Quintanilha, Bruno Hartman e Fernanda Lustosa | Ações Educativas Matheus Jeronimo | Direção de Comunicação Victor Paula | Design Gráfico Sávio Torres | Cenotécnico Martha Macruz | Assessoria Jurídica Cora Credidio | Direção de Vídeo e Fotografia Sofia Lopes | Platô, Audiodescrição e Legendagem All Dub | Tradução em Libras – websérie Celso Suarana | Editor Ruano Berenguel | Assistente Editorial Pome Editorial e Abarca Editora | Editoração Coração de Fogo | Audiovisual Romã Atômica | Produção Museu de Arte Osório Cesar e Prefeitura Municipal de Franco da Rocha | Apoio Este projeto foi contemplado pelo Edital Fomento CultSP – PROAC nº 37/2024 – Salvaguarda de Acervos de Museus.