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Olá, tudo bem? Como está você? Espero que bem! Hoje, nosso convite para cuidar bem da sua saúde emocional começa com uma pergunta bem simples: aí, do seu lado da tela, está faltando ou sobrando ânimo? Mas, afinal o que, de fato é ânimo? Dando uma olhada no dicionário etimológico, (https://www.dicionarioetimologico.com...) encontrei a seguintes descrição: A palavra ânimo vem do latim animus, que significa a alma, os pensamentos. Em latim, animus era o lado psicológico do homem, a sede dos pensamentos, das ideias, da vontade, das emoções e do caráter. Animus representava a parte do homem que não é física, mas que forma a identidade. Em português, o animus seria a alma, a mente, o coração. E porque falar sobre isso importa? Porque, às vezes, confundimos desgaste emocional com cansaço físico, falta de foco, procrastinação, preguiça… e chamamos isso de desânimo. Normalmente, isso acontece porque estamos tão condicionados a performar, a sorrir no automático e fingir que “tá tudo bem”, que ultrapassamos o limite do saudável e não reconhecemos a falta de ânimo como um sinal de alerta emocional. Para além das nossas questões profissionais e individuais, naturalmente, mães e pais lidam com múltiplas responsabilidades, e rotinas extenuantes geram cansaço físico. Cansaço físico é resolvido com descanso. Contudo, descanso físico não garante descanso mental. E como isso é possível?Tendemos a não prestar atenção ao que pensamos, porque pensamos e como isso nos afeta. Você já ouviu falar sobre estresse adaptativo? Ele acontece quando alguém se habitua tanto a viver sob pressão que passa a ter a sensação de que dá conta de tudo; pois realmente consegue dar conta de atender prazos insanos, virando noites, trabalhando em fins de semana, imparávelmente, e fazendo isso com as melhores intenções e justificativas. E aqui vale uma observação interessante: Quando seu cérebro entende que você está diante de alguma sobrecarga seja ela física, emocional ou cognitiva, ele puxa o freio como quem diz: você precisa corrigir a rota! É por isso que um dia a conta chega. Quando o corpo faz os primeiros alertas, a saúde física começa a sair do eixo. Se não damos a devida atenção, a mente reage em busca de soluções e grita com crises de pânico, ansiedade, depressão… os chamados transtornos mentais que nascem da nossa falta de prevenção e cuidado com a nossa saúde emocional. Agora, veja como isso tem repercutido, por exemplo, no mercado de trabalho brasileiro: Esses dados do Ministério da Previdência Social nos mostram que o Brasil teve mais de 546 mil afastamentos por saúde mental em 2025, batendo recorde nesse quesito pela segunda vez em 10 anos. Infelizmente, banalizamos o uso do termo “estresse”, como se ele fosse parte normal da nossa rotina. Claro que momentos de estresse são sim naturais, contudo viver em estresse, sem reconhecer que existem limites que não podem ser ignorados, é insustentável. É preciso compreender que a grande maioria das pessoas pode facilmente confundir cansaço com estresse. Para te ajudar a compreender isso melhor, quero te contar a minha história. A MINHA HISTÓRIA Em 2024, escrevi o livro "O QUE HÁ EM VOCÊ" - disponibilizado como parte da entrega para quem participou do grupo Beta do Clube Orekare, um grupo muito especial de pessoas desejosas por cuidar melhor da saúde emocional de suas famílias e que nos ajudou a chegar a este formato atual. Nesse livro, relato como, devido à normalização do cansaço, quem está diariamente procurando fazer seu melhor muitas vezes ignora sinais de alerta quanto à sua saúde mental. Abaixo, compartilho um trecho dele, no qual conto como o adoecimento emocional pode alcançar quem a gente menos imagina: nós mesmos. ACONTECE ONDE MENOS IMAGINAMOS. Minha rotina era intensa. Eu produzia, dirigia, era repórter e apresentadora de um programa de tv; além de trabalhar também como assessora de imprensa. A demanda era alta e me fazia viajar muito. Lembro de uma sequencia de viagens que me deixou tão cansada que certo dia ao acordar, olhei em minha volta e pensei: “Caramba, isso aqui parece a minha casa”. Eu estava em casa, e começava ali a acordar e precisar de um tempo para saber onde estava. Achei engraçado, tipo: “acho que acordei, mas minha alma ainda não voltou ao corpo”. E nem pensei em dar qualquer tipo de atenção a isso. Eu não parava! Trabalhava a semana toda e gravava nos finais de semana. Minha vida social e meu círculo de amigos eram muito conectados ao meu trabalho e tudo parecia uma grande festa, só que não. E, como eu amava esse ritmo frenético, não notava que vivia sob pressão, nem como também pressionava outros a andarem no meu ritmo. Muito pelo contrário, eu era dura na queda e a meu ver isso era bem positivo. Emocionalmente, eu sentia que havia algo... que eu não sabia bem o que era... mas tirava por cima. Deu ruim, levanta e vai. Mesmo sentido que havia algo errado comigo, eu olhava para o meu corpo e ...