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Olá! Como está você hoje? Nessa quarta-feira de cinzas, pós-carnaval, trago um tema que é de suma importância a todos nós. Antes de entrar nele, quero deixar claro que este não é um chamado à vulnerabilidade. Vulnerabilidade significa estado de vulnerável. E vulnerável significa: ferido, sujeito a ser atacado, derrotado: frágil, prejudicado ou ofendido. Portanto, quando dizemos - e eu já errei bastante nisso - que alguém precisa ser mais “vulnerável”, NÃO estamos dizendo que a pessoa precisa ser mais aberta em relação às suas emoções e sentimentos, pelo contrário, estamos dizendo: exponha-se desprotegidamente, corra o risco de ser atacado em sua fragilidade. Por isso, este é um convite a reconhecermos onde nos tornamos vulneráveis devido a tudo que vivemos e experimentamos em família. Consciente ou inconscientemente, para cada dor vivenciada em nossos lares, ao compreendermos o legado emocional que recebemos - acredite! - podemos curar feridas antigas, até esquecidas, e nos tornarmos emocionalmente mais fortes e seguros, capazes de multiplicar saúde emocional para nossos filhos e, inclusive, para as próximas gerações. Por isso, aprender sobre LEGADO EMOCIONAL gera: Autoconhecimento; Firma identidade; Quebra padrões inconscientes; Melhora nossas relações interpessoais; É ação preventiva e ativa para a gestão da nossa saúde emocional e mental. Diante disso, decidi compartilhar aqui no Clube, com todos vocês, uma prévia do livro “NÓS - Um breve resumo dos nós que nos unem”, livro que escrevi especialmente para assinantes e que aborda a importância desse tipo de legado familiar. Afinal: Somos uma expressão de tudo que aprendemos de forma consciente e inconsciente, geração após geração. E isso vale para princípios, valores, comportamentos e todas as áreas da vida; por toda a nossa vida. Nosso mundo precisa disso. Nossos “NÓS” estão se tornando prisões de amargura, ressentimentos, violências, traumas e dores que afetam toda a nossa sociedade. Disponível em áudio e texto, te convido a ouvir ou ler com calma para compreender que toda família tem seu legado ativo, e quanto mais você se conscientizar do seu, maiores são as chances de dar aos seus filhos um legado emocional melhor construído e seguro quanto à saúde emocional para eles e suas próximas gerações. INTRODUÇÃO Pouco tempo atrás me deparei com uma palavra que já habitava em mim e eu nunca a tinha ouvido ou pronunciado: intergeracionalidade. À medida que comecei a entender que ela ampliava meu entendimento sobre o que chamamos de legado emocional, comecei a buscar meios de levar essa percepção de forma mais simples para mais gente. Então, em uma reunião sobre temas de trabalho do Clube Orekare, em meio a sugestões de ações casadas para pais e filhos, ouvi de uma das pessoas mais dedicadas e responsáveis que conheço, a seguinte frase: “Isso é difícil para os pais. As crianças podem dar respostas inesperadas, difíceis de serem compreendidas, porque nem todas as respostas são boas ou fáceis.” Exato!! Seja em nós ou no outro – ainda mais em se tratando de filhos - ninguém se sente confortável diante de uma resposta que coloca em xeque o quê, do nosso ponto de vista deveria ser de um ou outro jeito (?), pois temos dúvidas reais. A questão é: são estas as respostas que nos fazem perceber o quanto precisamos aprender a dialogar sobre o que, realmente, precisa ser dito e compreendido em amor. Ninguém teve uma infância livre de alguma experiência emocional negativa. Mesmo com todo o amor e afeto dos nossos pais, o legado emocional que nos alcança tem em si tanto pontos positivos quanto negativos. Pessoas com as melhores intenções erram e acertam. Creio que é a predominância exarcebada do que recebemos que desequilibra o processo. O negativo, quando muito, destrói. Por outro lado, uma narrativa exclusivamente positiva também é capaz de gerar danos negativos. E isso não se restringe somente a nossa infância. Mas, tudo que acontece nela tem um impacto de enorme repercussão em nossa identidade. Até nas famílias mais saudáveis encontraremos sempre os ônus e bônus presentes na intergeracionalidade. As próximas páginas convidam a olhar primeiro para nós, depois para trás, e, só então, para o que vem à diante. Portanto, se essa leitura te levar a encontrar na sua história algo que precise de ajuste, está tudo bem. Enxergar te dará a chance de ver o que está no seu DNA emocional, esteja ou não visível às pessoas a sua volta. E, caso tenha filhos, o que está sendo impresso no DNA emocional deles através de você. Tenha em mente que quando falamos sobre qualquer coisa que envolva nossas emoções e percepções, isso incluirá compreender e trabalhar seus sentimentos. Na dinâmica familiar essa é uma afirmação ainda mais verdadeira, que permeia profundamente a relação entre pais e filhos. Concordemos: não há como criar uma criança ou adolescente de forma emocionalmente saudável sem cuidar das nossas próprias emoções. O...