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Análise da decisão de Japão e Coreia do Sul de optar pelo declínio demográfico em vez da imigração em massa, vista como uma ameaça à sua coesão social. Pontos abordados: Defesa cultural: Imigração como quebra do contrato social e da confiança mútua. Lógica econômica: Adoção de teorias de decrescimento (Kohei Saito), questionando o PIB como métrica de bem-estar. Adaptação social (Coreia): A ascensão da economia da solidão e da autonomia individual. Estratégia laboral (Japão): Mobilização de idosos (defesa de prata) e valorização da experiência. Barreira tecnológica: Investimento em automação e robótica como alternativa moral à mão de obra imigrante. Explora a estratégia de Japão e Coreia do Sul de escolher encolher em vez de buscar crescimento populacional através da imigração, como resposta ao que veem como o caos do modelo ocidental. A principal afirmação é que essas nações estão deliberadamente optando por um declínio demográfico controlado para preservar sua coesão social e cultural de alto contexto, que consideram ameaçada pela imigração em massa. A lógica por trás dessa escolha é multifacetada. Primeiro, há uma defesa cultural, onde a imigração em massa é vista como um holocausto do contrato social, corrompendo a confiança mútua e as regras não ditas que sustentam suas sociedades. Segundo, a lógica econômica é influenciada por pensadores como Kohei Saito, que defende o decrescimento, argumentando que o PIB é uma métrica inadequada para o bem-estar e que a sociedade deve focar em serviços essenciais e fechar a fenda metabólica criada pelo capitalismo. Terceiro, a Coreia do Sul exemplifica essa adaptação com a economia da solidão e a ascensão da canoa tecnológica, onde indivíduos trocam a segurança da família tradicional pela liberdade e soberania, embora com riscos. Quarto, o Japão implementa a defesa de prata, mobilizando idosos para o trabalho, valorizando o dividendo da confiança que eles trazem. Finalmente, a aposta na automação e robótica é vista como uma barreira moral contra a imigração, permitindo manter serviços sem a necessidade de mão de obra estrangeira, apesar das imperfeições atuais da tecnologia.