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A mais recente pesquisa Colectta-Not Jornal, registrada no Tribunal Superior Eleitoral (BR-04291/2026), projeta um cenário de segundo turno em que Lula alcança 50,8% das intenções totais contra 35,2% de Flávio Bolsonaro. Quando convertidos em votos válidos, os números indicam 59,1% a 40,9%. A implicação estatística desse dado é direta. Tomando como referência os 118.552.353 votos válidos do segundo turno presidencial de 2022, 59,1% corresponderiam a aproximadamente 70 milhões de votos válidos. O adversário alcançaria cerca de 48,5 milhões. A diferença projetada ultrapassaria 21 milhões de votos. Em eleições majoritárias, o percentual isolado pode sugerir conforto, mas a tradução em votos absolutos é o que revela a magnitude política. Uma vantagem superior a 20 milhões de votos caracteriza não apenas vitória, mas hegemonia conjuntural. Em 2022, a disputa foi marcada por forte polarização e margem estreita. A hipótese projetada pela pesquisa indica um distanciamento significativo em relação ao equilíbrio anterior. Isso sugere três vetores analíticos: Consolidação de base eleitoral governista; Dificuldade de ampliação do campo oposicionista; Transferência assimétrica do eleitorado de centro no segundo turno. A taxa de branco, nulo e indecisos na simulação apresentada soma 14%. Esse contingente é relevante, mas mesmo que houvesse migração parcial para o segundo colocado, a diferença permaneceria estruturalmente ampla. Em segundo turno, o voto tende a se concentrar. Quando um candidato ultrapassa 59% dos válidos, significa que não apenas mantém seu núcleo original, mas captura parcela expressiva do eleitorado intermediário. Isso indica baixa rejeição relativa ou, alternativamente, rejeição mais intensa ao adversário. No primeiro turno hipotético apresentado anteriormente, o campo conservador aparece pulverizado. A expectativa natural seria a unificação no segundo turno. No entanto, a simulação revela que essa transferência não ocorre de forma automática ou suficiente para equilibrar a disputa. Essa dinâmica reforça a tese de que eleições polarizadas não se decidem apenas por soma aritmética de votos ideológicos, mas por capacidade de ampliar margens no eleitorado moderado, urbano e de renda média. A análise de conjuntura exige considerar três dimensões estruturais: Um patamar próximo de 60% dos válidos sugere manutenção de apoio nas regiões historicamente favoráveis e desempenho competitivo em áreas estratégicas. Para reverter um quadro como esse, seria necessário crescimento superior a 9 pontos percentuais líquidos, algo que demanda fato político disruptivo ou mudança substancial de percepção. Caso o eleitorado de 2026 seja maior que o de 2022, o número absoluto de votos pode crescer ainda mais. Mantido o percentual, a marca simbólica de 70 milhões poderia ser superada. Se a eleição ocorresse hoje, com comparecimento semelhante ao de 2022, o resultado projetado indicaria: • Aproximadamente 70 milhões de votos válidos para Lula • Cerca de 48,5 milhões para Flávio Bolsonaro • Diferença superior a 21 milhões de votos Esse volume de vantagem caracteriza vitória com margem confortável e estabilidade estatística acima da margem de erro. A pesquisa Colectta-Not Jornal aponta, no cenário testado, uma liderança que ultrapassa o campo da disputa apertada e ingressa na zona de hegemonia eleitoral. A projeção de 70 milhões de votos válidos não é apenas um número simbólico. Representa a consolidação de maioria ampla no segundo turno e impõe à oposição o desafio de reorganização estratégica precoce. Em política, cenários são dinâmicos. No entanto, sob a ótica quantitativa e comparativa com 2022, a hipótese apresentada indica vantagem estrutural robusta e de difícil reversão no curto prazo. #Eleições2026 #PesquisaEleitoral #SegundoTurno #AnáliseDeConjuntura #CenárioPolítico