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A nova pesquisa do instituto Colectta Instituto de Pesquisa e Estatística, registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-04291/2026, revela um retrato regionalizado da disputa presidencial que reafirma a polarização estrutural do país e consolida um padrão geopolítico que vem se repetindo desde 2018. No cenário de primeiro turno em votos válidos, Luiz Inácio Lula da Silva apresenta ampla vantagem no Nordeste, com 68,9%, enquanto Flávio Bolsonaro lidera no Norte com 51,2% e demonstra competitividade no Centro-Oeste. A amostra de 2.004 entrevistas, com margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%, confere robustez estatística ao levantamento, permitindo uma análise consistente da conjuntura. O dado mais expressivo está no Nordeste. A vantagem de quase 70% para Lula não é apenas eleitoral, é estrutural. A região responde por aproximadamente um quarto do eleitorado brasileiro. Uma diferença dessa magnitude cria um colchão eleitoral difícil de ser compensado por qualquer adversário. No Norte, Flávio Bolsonaro atinge 51,2%. A liderança regional, embora politicamente relevante, ocorre em um colégio eleitoral proporcionalmente menor. O impacto nacional dessa vantagem é limitado quando comparado ao peso do Nordeste. No Centro-Oeste, o desempenho bolsonarista mantém a tradição conservadora vinculada ao agronegócio e à pauta de segurança pública. Ainda assim, não se observa uma supremacia esmagadora. Sudeste e Sul permanecem como territórios estratégicos. Lula aparece com 47,4% no Sudeste e 41,1% no Sul, números que indicam competitividade e cenário aberto, especialmente em estados decisivos como São Paulo e Minas Gerais. Considerando a margem de erro de dois pontos percentuais, variações regionais não alteram substancialmente o desenho macro da disputa. A vantagem nordestina de Lula está muito além do intervalo estatístico, o que indica consistência estrutural. A pesquisa reforça um fenômeno político consolidado: o Brasil permanece dividido em dois grandes blocos regionais, com centro decisório concentrado no Sudeste. Se mantidos esses percentuais, Lula parte para a disputa com vantagem estrutural no agregado nacional. Para que o cenário se altere, o campo bolsonarista precisaria: Reduzir significativamente a diferença no Nordeste; Ampliar vantagem no Sudeste; Consolidar hegemonia no Sul; Expandir desempenho além do Norte e Centro-Oeste. Sem essa combinação, a matemática eleitoral tende a favorecer o campo lulista. A pesquisa Colectta não revela apenas números. Ela confirma a persistência da polarização regional e aponta que, até o momento, a base eleitoral de Lula demonstra maior densidade e estabilidade nacional. A eleição permanece competitiva, mas os dados indicam vantagem estrutural do lulismo no primeiro turno, sobretudo pela força concentrada no Nordeste e pela competitividade no Sudeste. #PesquisaEleitoral #Eleições2026 #Lula #FlavioBolsonaro #AnálisePolítica