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A nova pesquisa do instituto Colectta, registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob nº Tribunal Superior Eleitoral BR-04291/2026, revela um cenário de estabilidade competitiva para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Realizada entre 05 e 09 de fevereiro, com 2.004 entrevistas, margem de erro estimada de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%, a sondagem apresenta dados metodologicamente consistentes para leitura de conjuntura. O dado nacional indica 52,9% de avaliação positiva ampliada e 50,2% de aprovação direta. Contudo, é no recorte regional que reside a chave interpretativa mais relevante para 2026. Com 64,4% de aprovação, o Nordeste permanece como base eleitoral consolidada. Trata-se de uma hegemonia regional robusta, capaz de compensar perdas em outras áreas do país. Historicamente, o desempenho no Nordeste funciona como colchão estratégico em disputas majoritárias. Mantido esse patamar, o presidente preserva densidade eleitoral suficiente para iniciar qualquer campanha com vantagem estrutural. Com 46,2% de aprovação, o Sudeste aparece abaixo da média nacional. É a região com maior peso eleitoral do país. Pequenas variações de dois a três pontos percentuais podem redefinir o cenário nacional. O desempenho no Sudeste não é de rejeição massiva, mas de disputa aberta. Isso indica que a reeleição dependerá diretamente da performance econômica percebida, sobretudo inflação, emprego e renda. O índice de 48,5% no Sul indica equilíbrio. Tradicionalmente mais adverso ao lulismo, o fato de o governo se aproximar da maioria simples demonstra capacidade de penetração em segmentos antes impermeáveis. Se consolidar tendência de crescimento marginal nessa região, o impacto eleitoral poderá ser significativo. Centro-Oeste (38,6%) e Norte (35%) representam os principais desafios. São regiões onde o governo ainda enfrenta resistência ideológica e econômica. No Centro-Oeste, o peso do agronegócio e pautas conservadoras molda o ambiente político. No Norte, questões ambientais e infraestrutura influenciam a percepção pública. Esses territórios não inviabilizam a reeleição, mas ampliam a dependência do desempenho no Sudeste e da manutenção da hegemonia nordestina. Outro dado crucial é a concentração de 27,3% na avaliação “péssimo”. Isso demonstra núcleo oposicionista altamente mobilizado. Ao mesmo tempo, apenas 13% classificam o governo como “ótimo”, o que revela aprovação majoritariamente moderada. A disputa de 2026 tende a ser menos sobre expansão de entusiasmo e mais sobre manutenção de maioria relativa. Com aprovação nacional acima de 50%, Lula parte de uma posição competitiva. Porém, o mapa regional indica que: O Nordeste sustenta a base; O Sudeste decide a eleição; O Sul pode reduzir a vantagem adversária; Centro-Oeste e Norte exigem estratégia segmentada. Se a economia mantiver estabilidade e indicadores sociais evoluírem, a atual configuração regional favorece a reeleição. Se houver deterioração econômica, o Sudeste pode se tornar ponto de inflexão. A pesquisa aponta vantagem estrutural, mas não confortável. A eleição de 2026, se mantido o quadro atual, será decidida na margem. #Lula2026 #AprovaçãoDoGoverno #PesquisaEleitoral #PolíticaBrasileira #NordesteDecide #SudesteEleitoral #Cenário2026 #ReeleiçãoPresidencial #AnálisePolítica #ConjunturaNacional