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Não me neguei nada que os meus olhos desejaram; não me recusei a dar prazer algum ao meu coração. Na verdade, eu me alegrei em todo o meu trabalho; essa foi a recompensa de todo o meu esforço. Contudo, quando avaliei tudo o que as minhas mãos haviam feito e o trabalho que eu tanto me esforçara para realizar, percebi que tudo foi inútil, foi correr atrás do vento; não há nenhum proveito no que se faz debaixo do sol. (Ec 2.10–11) Aprecio muito essa ilustração de Eclesiastes, pois é nela que o Mestre nos convida a um exercício mental profundo. E, da mesma maneira, faço hoje o mesmo convite: imagine-se sendo um rei. Não é tão difícil esse exercício para nós em nossa era, pois temos vidas com mais condições do que muitos reis grandiosos que já pisaram a terra. O fato é que, dentro desse exercício, vamos pensar que o rei não se nega a nada de bom. O rei, que é você nessa ilustração, busca a alegria a todo instante: entrega-se ao vinho e às delícias da culinária, não recusa uma boa festa, lança-se a grandes projetos – quem sabe a construção de um palácio, de uma casa, de um pomar, de uma vinha real. Seus projetos deixam inveja em qualquer outro reinado: irrigação para a cidade, jardins colossais que deixariam os Jardins Suspensos da Babilônia no chinelo. Seus colaboradores são mestres no que fazem, e sua fartura financeira protege a você e a mais cinco gerações de sua família. Isso sem contar que todo dia há festa, cantoria, dança e muitas formas de saciar seus desejos. Que vida, não? Pois é: o autor de Eclesiastes nos convida a refletir sobre esse estilo de vida porque talvez seja o mais cobiçado na história da humanidade. Quem nunca quis ser um rei ou uma rainha, ter súditos e governar sobre muitos? Pois bem. A conclusão do Mestre foi a que lemos no início do episódio. Apesar de todo o luxo e extravagância que essa vida tem a oferecer, todas as suas obras foram como correr atrás do vento – ou seja, foram inúteis. Por quê? (Talvez você se pergunte.) Ora, porque, no fim das contas, a morte é a última consequência para essa vida. O rei mais poderoso que pisou a terra morreu da mesma forma que o escravo mais odioso. Então, qual é o ganho real de ter a vida de um rei, senão uma mera ilusão de imortalidade? – que, aliás, é tão breve que não consegue ser aproveitada. No Novo Testamento, Cristo analisa essa questão da mesma forma. A parábola do rico insensato expõe o mesmo tema do Mestre de Eclesiastes: riqueza acumulada sem qualquer perspectiva de uma vida além desta realidade. O resultado não poderia ser pior: na parábola, Deus indaga: “Insensato! Esta mesma noite a sua vida lhe será exigida. Então, quem ficará com o que você preparou?” Meus queridos, dessa realidade não podemos ter nenhum ganho além da graça que é a nossa vida. Estar inserido nessa graça de poder desfrutar nossa vida, o resultado do nosso trabalho e da nossa família, dentro da criação boa de Deus, é o maior bem que podemos ter. O “lucro” não reside no acúmulo desenfreado, nem na satisfação de todos os desejos, mas sim em ser rico para com Deus. Na edificação da sua vida aqui e agora, diante dessa graça que lhe foi dada. Por isso, lembro o conselho de Cristo: viva esta vida com o coração no céu, acumulando tesouros lá, sendo rico para com Deus, pois esse é o maior ganho que se pode ter na vida.