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Mas, assim como é santo aquele que os chamou, sejam santos vocês também em tudo o que fizerem, pois está escrito: “Sejam santos, porque eu sou santo”. (1 Pe 1.15-16) Existe um aspecto da santidade ignorado de vez em quando. Pois, ao se falar no processo de santificação, logo pensamos em nos abster. “O que eu preciso abandonar?”, “qual pecado tem consumido minha alma e comprometido minha santificação?”. Pensar assim não é ruim, mas o processo não se trata apenas de deixar de ser. Nunca se esqueçam: o processo de santificação é sobre deixar o pecador que eu era, mas também é sobre me tornar algo que eu devo ser. E nesse movimento natural, eu caminho em uma direção… mas qual? A de me tornar parecido com Deus. Essa é a razão por trás de tudo. Em termos práticos, toda vez que me insiro nesse processo de purificação, eu me torno semelhante a Deus. Nos salmos, comumente a santidade de Deus é tratada como algo belo. Ou seja, algo que tem beleza, algo que é adornado. Não é em vão que salmos como este: “Adorem o Senhor no esplendor da sua santidade” (Sl 96.9) são repetidos diversas vezes. O aspecto do esplendor, daquilo que é extremamente belo, é algo que podemos perder quando olhamos para a santificação. Na pressa de deixar a feiura do pecado para trás, esquecemos que há algo belo sendo realizado por Deus em nossas vidas (pois é Deus quem efetua em vocês tanto o querer quanto o realizar, de acordo com a boa vontade dele — Fp 2.13). Então, somente assim podemos viver diante da face de Deus: quando, em vez de nos apegar à nossa feiura, somos arrebatados pela beleza dAquele que nos chama. A santificação não é uma espiral de culpa, mas uma escalada de contemplação. Deixamos o que somos para nos tornarmos o que Ele é — não por esforço próprio, mas porque importa que Ele cresça e nós diminuamos. Por isso, o alvo final não é apenas uma lista de virtudes, mas um endereço: a casa do Senhor. Ali, onde a beleza da santidade não é uma abstração, mas o ar que se respira, podemos dizer com o salmista: “Uma coisa pedi ao Senhor, e é o que procuro: que eu possa viver na casa do Senhor todos os dias da minha vida” (Sl 27.4), para contemplar a face dAquele que é santo e, por fim, tornar-me semelhante a Ele.