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Mary Elizabeth Brunkow é uma bióloga molecular e imunologista norte-americana, reconhecida por um dos achados mais importantes da medicina moderna. Sua pesquisa a levou a vencer o Nobel de Medicina de 2025, há poucos dias. Nascida em 1961, no Oregon, Brunkow formou-se em biologia molecular e celular pela Universidade de Washington em 1983 e concluiu o doutorado em biologia molecular na Universidade de Princeton em 1991, sob orientação de Shirley M. Tilghman, que mais tarde se tornaria presidente da instituição. No início dos anos 2000, Brunkow identificou o gene defeituoso responsável por uma doença fatal em camundongos conhecida como scurfy. O gene, batizado posteriormente de FOXP3, revelou-se essencial para o controle das respostas imunes. Assim, o trabalho de Brunkow explicou um dos maiores mistérios da biologia: por que o sistema de defesa não destrói os próprios tecidos. A pesquisa revelou a existência das células T reguladoras, uma espécie de “freio biológico” que impede que o sistema imune se volte contra órgãos e tecidos saudáveis. A descoberta mostrou que mutações nesse gene, FOXP3, causam doenças autoimunes graves, nas quais o corpo perde o controle sobre suas próprias defesas. Essas descobertas transformaram a imunologia moderna, abrindo caminho para novas terapias contra câncer e doenças autoimunes, baseadas em estimular ou bloquear as células T reguladoras. O estudo também possibilitou técnicas que tornam transplantes mais seguros, reduzindo o risco de rejeição. Em 2025, Brunkow recebeu o Prêmio Nobel de Fisiologia ou Medicina, compartilhado com Ramsdell e o imunologista japonês Shimon Sakaguchi, por suas contribuições decisivas para a compreensão de como o sistema imunológico mantém o equilíbrio entre defesa e autodestruição. O telefonema avisinado do Nobel se deu às 4h30 da manhã, Mary estava dormindo, achou que era trote, desligou o telefone e voltou a dormir! Só quando a imprensa local bateu à porta que ela entendeu…