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Estrela Morta, Edgar Pereira. Copyright © 2014 - Sushi Humano. faixa 3 Letra: Edgar Pereira Beat: Paulo Júnior Gravação: Rodrigo Locaut Master e Mix: Rodrigo Locaut Álbum: Paralelo 22s Clipe: SUSHI HUMANO Produção (Clipe): Lucas Negrelli Alexandre Mossato Pedro Leal Atuação: Beatriz Negrelli Edgar Pereira Kalleby Collacio Vitor Humberto Estrela Morta, por Edgar Pereira. "A cercelia na saca (Je ne parle france) Lostie dobungava Quem besa lafa, tanca tonju Gache com sno laspe aru, na gafu, sem cobi josu, alavu" Entre o pop e o esquecido Onde a pulsação da estrela morta me alcança prazeres desconhecidos. A guia, as Três Marias Será que as estrelas cadentes quando caem no mar viram estrelas marinhas? Eu e minhas estranhas manias Com olhos de mendigos em bonecos de neve Celebre a mudança que não se ergue Percebesse, repita o que não se consegue A gente segue com ou sem álibi. "Habilis" Fale-me o que lhe impede a não determinar as suas prioridades? Eu vivo na república das chuteiras Eu não mastigo grama e nem moro em um estádio, E o futebol aqui distrai mais não melhora a situação, (não, não, não) Barriga brasileira e africana é resistência igual a canela de skatista. E eu estou aqui, camuflado de estrela E você não nota, mas estrela morta não pisca. Homens, homens, a noite as luzes brincam De pega-pega e esconde-esconde. Vamos tirar fotos, digam "X" O planeta está voltando, Inundando em danos, nadamos, nada damos... Captamos uma ideia, cada um transmite uma Sou um cidadão do mundo mas na terra eu me sinto como um turista Longe de casa, eu sei, eu não sou daqui. Sumérios e egípcios Desafiando a gravidade igual as pedras equilibristas dos terrenos andinos Entretanto interagindo com o xamanismo inca E a fidelidade dos caninos E o filtro de energia que nós chamamos de felinos. Não subestimo um inferno astral, os fios de aurora boreal As engenharias siderais, crises existenciais, abduções Anomalias elétricas, catástrofes naturais Profecias maias ou astecas Homo sapiens criando guelras Quebrando vértebras, as tais mutações genéticas. Adaptações fora de série, dissipando-se em uma nova espécie Não achará nada disso nos seus livros do ensino fundamental Uma supernova, um buraco de minhoca Com um pé-na-cova e outro na casca de banana, Tudo faz sentido. Os mornos, o caos, o abstrato, o folclore e também o surreal; E o medo do desconhecido, o pai que teme a superação do próprio filho O incentiva repetindo a frase que filhote de lagartixa, nunca virará crocodilo. E porque pensas que eles já partiram? Então eles já vieram? Talvez nem foram embora ainda! Será que estamos protegidos? E eu estou aqui, camuflado de estrela E você não nota, mas estrela morta não pisca. Homens, homens, a noite as luzes brincam De pega-pega e esconde-esconde. Vamos tirar fotos, digam "X" O planeta está voltando, Inundando em danos, nadamos, nada damos... Os três reis magos nunca foram humanos, Essa lua não é nossa, os donos estão voltando.