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Esse vídeo é o COMPILADO DE JANEIRO. Isso significa que é um vídeo extra que compila 3 vídeos antigos que compartilham o mesmo assunto. _____________ Neste vídeo compilado, você assiste a uma trilogia inteira de “e se?” sobre buracos negros — do menor ao maior — juntando humor, física real e cosmologia numa linha contínua: primeiro a pergunta absurda “dá pra transformar qualquer coisa num buraco negro?”, depois o caos (quase invisível) de um micro buraco negro atravessando a Terra, e por fim a viagem final: a Terra caindo em Phoenix A, um monstro supermassivo com massa de ≈100 bilhões de sóis. A jornada começa com uma missão pessoal e vergonhosa: apagar uma foto antiga minha “transformando a imagem em um buraco negro”. Pra isso, a gente usa a fórmula do raio de Schwarzschild e mergulha no que significa comprimir matéria até a gravidade vencer tudo. No caminho aparecem escalas ridículas (tipo quetômetro e rontômetro), o tamanho de um próton, o comprimento de Planck, e a ideia de buracos negros primordiais do Big Bang. A brincadeira vai ficando séria quando comparamos massas: folha A4, golden retriever, Terra (um buraco negro de ~9 mm), e até estrelas extremamente massivas como BAT99-98 — tudo pra entender, de verdade, como se forma um buraco negro (colapso gravitacional, fusão nuclear, supernova e buraco negro estelar). No segundo bloco, a ficção científica encosta na geologia: e se o asteroide que extinguiu os dinossauros fosse comprimido até virar um buraco negro minúsculo, com raio comparável ao de um próton, mas com a mesma massa? Em vez de “fim do mundo”, o resultado seria um “fio” microscópico de destruição: um túnel ultrafino atravessando rochas, crosta e manto sem espetáculo — conectando tectônica de placas, vulcanismo, mineralogia e astrogeologia. A partir daí a gente escala o raciocínio pra discutir matéria escura (≈85% do universo), buracos negros primordiais como candidatos, Via Láctea, halos galácticos, e por que cicatrizes quase imperceptíveis em rochas antigas seriam pistas extremamente improváveis. E claro: entra a gravidade na veia, com Newton e Einstein, crescimento da força com a proximidade (inverso do quadrado), marés gravitacionais, energia gravitacional, estabilidade estrutural e o tipo de perturbação que um buraco negro maior poderia causar no Sistema Solar. E aí vem o fechamento apocalíptico e elegante: o que acontece se a Terra “cair” em Phoenix A? Usando Relatividade Geral, a gente mostra por que, para um observador externo com telescópio, a Terra parece desacelerar, congelar e desaparecer enquanto a luz sofre desvio gravitacional para o vermelho (do azul ao vermelho e além do visível). Mas, para quem está em queda livre na superfície, atravessar o horizonte de eventos pode não ter “momento dramático” — até que o destino inevitável apareça: singularidade, causalidade quebrada (eventos ficam desconectados do resto do universo), lente gravitacional, e o papel da dilatação temporal extrema na nossa percepção do cosmos. Se você curte astronomia, cosmologia, astrophysics, Relatividade Geral, horizonte de eventos, raio de Schwarzschild, redshift gravitacional, espaguetificação, buracos negros supermassivos, Phoenix A, buracos negros primordiais, matéria escura, Via Láctea, Newton, Einstein, Big Bang e experimentos mentais que parecem piada mas viram aula — esse compilado é pra você. Inscreva-se, deixe o like e compartilhe com quem ama o universo. _____________ Apresentação e Roteiro: Davi Calazans Edição: Rodrigo Fernandes _____________ Este canal faz parte do Science Vlogs Brasil.