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Mais um recorte dos "Monólogos Impertinentes: América, o "Extremo Ocidente" ou "Extremo Oriente" do Mundo?". Aqui, investigamos a Casa Grande e os Bandeirantes: como os Filhos do Brasil, em sua "identificação" ou "distinção" com o "grande pai europeu" forjaram nossa formação e identidade social. Neste trecho, fazemos uma breve investigação e levantamos algumas sugestões sobre como dois modos tão distintos de colonização do Brasil (em especial, neste recorte, a colonização da região Nordeste do país -- sem adentrar ainda em seus meandros e nuances, como a colonização holandesa na região pernambucana, o que ficará para outro encontro -- em comparação com o interior do país, desde o litoral de São Paulo, passando pelo norte do Paraná, indo para Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás, etc.). Em suma, partindo de uma distinção genérica e ainda sem aprofundamento, propomos uma reflexão sobre como esses dois modos de ocupação territorial pode ter ajudado a engendrar tipos tão diferentes de identidade cultural, a partir de uma psicologia amparada em traumas distintos. Enquanto no Nordeste, haviam brancos com filhos brancos na Casa Grande, por outro lado, na colonização "paulista" ou "bandeirante", todos os filhos eram mestiços. Daí, a necessidade e "licitude" dada a estes pardos para se considerarem "brancos", pois eram os únicos filhos dos "brancos" que haviam por ali. Enquanto no Nordeste, apenas quem era filho da Casa Grande (pai e mãe brancos) poderia se dar ao privilégio de pertencimento à mais alta "casta fenotípico-social", nas ocupações das bandeiras, todo filho de homem branco assumia este posto hereditário, sem concorrer com um "homem branco puro", já que praticamente não havia gente assim que não fosse um bandeirante europeu. Ou seja, desde cedo houve brasileiros brancos no Nordeste, enquanto entre os paulistas isso era mais do que raro: todo brasileiro ali nascia mestiço (de mãe indígena, africana ou mestiça). Longe de impor uma visão conclusiva, queremos aqui apenas suscitar questões, a partir de conhecimentos históricos, para aprimorarmos nossa leitura a respeito de nossa formação social, e assim poder ampliar a perspectiva crítica sobre a nossa (falta de) coesão social. O que vocês acham dessa reflexão?