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Este videoclipe mergulha em um dos itans mais profundos e simbólicos da mitologia yorubá: a história de Obaluaê, o poderoso orixá da cura, das doenças, da terra e da transformação. Conhecido como “Rei e Dono da Terra”, Obaluaê carrega em sua trajetória os temas de abandono, dor, superação, renascimento, espiritualidade e poder de cura, elementos que atravessam culturas, religiões e gerações. A narrativa apresentada é baseada no mito de seu nascimento, rejeição e consagração como uma das divindades mais temidas e respeitadas do panteão dos Orixás. Filho de Nanã Buruquê — senhora dos mistérios, da lama primordial e da ancestralidade — e, em muitas versões, de Oxalá, Obaluaê nasce com o corpo coberto de feridas e chagas, associadas às doenças contagiosas como a varíola. Esse nascimento difícil carrega um simbolismo espiritual profundo: ele já nasce marcado pela ligação direta com a dor humana e com o poder de curá-la. Tomada pela vergonha e pelo desespero, Nanã abandona a criança à beira do mar. É nesse momento que surge um dos pontos mais emocionantes do itan: o acolhimento de Iemanjá, a grande mãe dos orixás. Ela encontra o menino, cuida de suas feridas e, com folhas de bananeira, ajuda a secar sua pele, criando-o com amor e força. Esse ato representa o poder do cuidado, da maternidade espiritual e da transformação através do afeto e da natureza. No videoclipe, a estética, a simbologia e a atmosfera reforçam a identidade de Obaluaê como o orixá que domina a vida e a morte, a doença e a cura. Seu corpo coberto pela palha da costa (azé) não é apenas um elemento visual, mas um símbolo sagrado: ela protege seu axé e esconde as marcas do sofrimento, mostrando que as cicatrizes se tornam fonte de poder. Aquilo que foi dor vira força. Aquilo que foi rejeição vira realeza. Essa obra audiovisual dialoga com a cultura afro-brasileira, a tradição dos Orixás, a espiritualidade yorubá, o candomblé e a umbanda, trazendo uma releitura artística, cinematográfica e musical de um mito ancestral que continua atual. A história de Obaluaê fala sobre resiliência, transformação interior, cura emocional e espiritual, sendo também uma metáfora para quem já se sentiu excluído, julgado ou marcado por suas dores. Mais do que um clipe, este é um tributo à ancestralidade, ao axé, às folhas sagradas, à terra e ao poder de renascer. Obaluaê ensina que a ferida pode virar medicina, que a queda pode virar elevação e que todo sofrimento carrega um potencial de luz e sabedoria. Obaluaê não é apenas o orixá das doenças — ele é o senhor da cura, da passagem, da transformação e da vida que brota da terra. 🌍✨