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“Nós estamos aqui na XXV Peregrinação do povo Tupinambá de Olivença”, apresenta Nádia Akawa, resgatando uma história que precisa ser contada da forma correta. Ela corrige a narrativa dos livros: “Ficou marcada como Batalha dos Nadadores, mas para nosso povo não foi uma batalha, foi um massacre.” É para honrar a memória dos mártires desse massacre que, há 25 anos, o povo retorna a este lugar. Nádia descreve a peregrinação como o momento de maior fortaleza para seu povo. “É o maior ritual que a gente faz todo ano”, define, um momento sagrado para abençoar todos que se somam a esta luta. Sua fala expande o sentido da luta pela demarcação territorial. “A demarcação é um fato, mas a gente precisa estar junto em outras lutas também”, afirma, citando a presença simbólica do povo palestino, dos povos negros, tradicionais, assentamentos e MST. “Todo mundo junto numa luta só.” Seu desejo é por uma união mais forte e colorida de todas as bandeiras. É uma honra, diz ela, ter a Teia dos Povos presente, “entregando semente, fazendo a semente brotar”. O sonho segue vivo: “Território livre, semente plantada”. E os brotos desse futuro já estão nascendo, representados nas crianças Tupinambá, que carregam adiante a resistência de seu povo.