У нас вы можете посмотреть бесплатно ROSH CHODESH ADAR - O MONOTEÍSMO - 2026/5786 или скачать в максимальном доступном качестве, видео которое было загружено на ютуб. Для загрузки выберите вариант из формы ниже:
Если кнопки скачивания не
загрузились
НАЖМИТЕ ЗДЕСЬ или обновите страницу
Если возникают проблемы со скачиванием видео, пожалуйста напишите в поддержку по адресу внизу
страницы.
Спасибо за использование сервиса ClipSaver.ru
Por: Moreh Pinchás / Jorge Resumo do Shiur: O Monoteísmo Judaico: A Unidade Absoluta (Yachid) Para o judaísmo, o monoteísmo não é apenas acreditar que existe apenas um Deus, mas que Deus é simples e indivisível. O Shemá Israel: A declaração fundamental ("Ouve, Israel, o Eterno é nosso Deus, o Eterno é Um") utiliza a palavra Echad. Embora Echad possa significar uma unidade composta em contextos cotidianos, na teologia judaica ela é interpretada como uma unidade que exclui qualquer pluralidade, divisão ou partes. Maimônides (Rambam): Em seus 13 Princípios de Fé, ele define que Deus não é um corpo, não tem forma e Sua unidade é diferente de qualquer outra unidade que exista no universo. Ele não é uma "espécie" que contém indivíduos, nem um objeto que pode ser dividido. 2. A Visão Judaica sobre o Trinitarismo O judaísmo clássico e contemporâneo rejeita o trinitarismo (a crença em Deus como Pai, Filho e Espírito Santo) de forma categórica. Para a lei e a filosofia judaicas, o conceito cristão é visto como uma incompatibilidade lógica e teológica com a Torá. Os Principais Pontos de Rejeição: Indivisibilidade: A ideia de "três pessoas em uma essência" é vista pelo judaísmo como uma introdução de pluralidade na Divindade. Se Deus pode ser dividido em personas, Ele deixaria de ser o Absoluto Infinito (Ein Sof). Encarnação: O conceito de Deus tornando-se homem é considerado estranho ao judaísmo. A distância entre o Criador (Infinito) e a criatura (Finito) é intransponível em termos de essência. Mediação: No judaísmo, a relação com Deus é direta. A necessidade de uma "segunda pessoa" da trindade para mediar a salvação ou a revelação contradiz a acessibilidade direta do Divino pregada pelos profetas. 3. O Conceito de Shituf (Associação) Na jurisprudência judaica (Halachá), existe um debate sobre como classificar o trinitarismo para os não-judeus. Avodah Zarah: Para um judeu, adorar a trindade é considerado idolatria pura, pois viola o mandamento da unidade absoluta. Shituf: Alguns sábios (como o Tosafot ou o Rabino Isaac Campanton) sugeriram que o trinitarismo para os gentios pode ser classificado como Shituf — a crença no Deus de Israel associada a "outras poderes". Para muitos juristas, o Shituf é proibido para judeus, mas não seria tecnicamente "idolatria" para os não-judeus (Povos de Noé), permitindo uma visão um pouco mais tolerante, embora ainda considerada um erro teológico.