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Por que tantas pessoas sabem o que deveriam comer, mas continuam comendo além do necessário? Por que a promessa de “basta ter força de vontade” falha repetidamente, mesmo entre pessoas informadas, disciplinadas e motivadas? Neste vídeo, faço uma análise profunda — porém acessível — do livro The Hungry Brain, do neurocientista Stephan J. Guyenet, publicado no Brasil como Como a comida controla seu cérebro. A partir da neurociência, da fisiologia e da evolução, o autor mostra que o problema do comer excessivo não é moral, mas biológico e ambiental. Ao longo do vídeo, você vai entender como o cérebro humano regula fome, saciedade e peso corporal, e por que esses mecanismos — que funcionaram muito bem ao longo da evolução — entram em colapso quando expostos ao ambiente alimentar moderno. Falamos sobre o papel do sistema de recompensa, do chamado “problema da seleção”, do lipostato (o sistema cerebral que defende a gordura corporal), e de como alimentos altamente palatáveis exploram circuitos cerebrais antigos. Também discutimos por que cozinhar menos e comer fora mais mudou radicalmente o padrão alimentar da população, como a indústria aprendeu a concentrar e combinar açúcar, gordura, sal e glutamato para maximizar consumo, e por que o debate simplista “açúcar versus gordura” ignora o verdadeiro problema: a combinação desses estímulos em alimentos ultraprocessados. O vídeo aborda ainda temas fundamentais como: • a “dieta de cafeteria” e o que ela ensina sobre comportamento alimentar; • a influência do ambiente, da variedade e da disponibilidade constante de comida; • o impacto do sono, da luz artificial e do ritmo circadiano sobre o apetite; • a diferença entre o cérebro rápido (automático) e o cérebro racional, e por que motivação sozinha raramente vence o ambiente. A mensagem central é clara: a epidemia de obesidade não é uma epidemia de falta de caráter, mas o resultado previsível de um cérebro ancestral vivendo em um ambiente moderno profundamente obesogênico. Entender isso não elimina responsabilidade individual — mas permite estratégias mais realistas, eficazes e sustentáveis. Se você quer parar de tratar alimentação como uma batalha moral e começar a entendê-la como um fenômeno biológico, comportamental e ambiental, este vídeo é para você. ⸻ 📚 REFERÊNCIAS GUYENET, Stephan J. The Hungry Brain: Outsmarting the Instincts That Make Us Overeat. New York: Flatiron Books, 2017. GUYENET, Stephan J. Como a comida controla seu cérebro. Tradução brasileira. São Paulo: Editora Planeta, 2018. KAHNEMAN, Daniel. Rápido e devagar: duas formas de pensar. Rio de Janeiro: Objetiva, 2012.