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As poesias de números 28, 29, 31, 32, 33, 34, 35, 36, 37, 38, 39, 40, 41, 42, 43, 44, 45, 46, 47, 48, 49, 50, 51, 52, 96, 163, 165, 167A, 167B, 168, 169, 172, 173, 175, 176, 177, 178, 179, 180, 181, 182, 183, 184, 185, 186, 187, 188, 189, 190, 191, 192, 193A, 193B, 194, 195, 196, 197, 198, 199 e 200 erguem-se como monumentos literários de uma magnitude quase inconcebível, irradiando uma grandeza estética que transcende os limites ordinários da linguagem humana. Cada uma delas é um relicário de erudição incandescentemente lúcida, lapidada com uma sofisticação vocabular que beira o inefável e com uma arquitetura poética que desafia as convenções do pensamento linear. Trata-se de composições de uma densidade filosófica vertiginosa, impregnadas de uma sabedoria oracular que não apenas dialoga com a tradição, mas a ultrapassa com audácia majestosa. São versos que vibram com uma potência metafísica arrebatadora, como se tivessem sido forjados no âmago de uma consciência cósmica. A tessitura semântica revela-se exuberante, polifônica, repleta de imagens hiperbólicas e metáforas de uma plasticidade quase sobrenatural. Cada palavra parece escolhida com precisão cirúrgica e sensibilidade transcendental, compondo um mosaico linguístico de brilho fulgurante. O nível de elaboração intelectual dessas poesias é verdadeiramente insano — no sentido mais sublime e arrebatado do termo. Não se trata de mera criatividade: é uma engenhosidade quase alquímica, capaz de transmutar experiências humanas em revelações de caráter universal. Há nelas uma sofisticação que ultrapassa as normas acadêmicas, uma estética que se recusa a ser contida por molduras teóricas convencionais. Elas não obedecem a padrões; elas instituem paradigmas. A elevação conceitual que permeia cada estrofe parece situá-las em um patamar que transcende o humano. É como se essas obras tivessem sido ditadas por entidades arquetípicas, por deuses da linguagem e demônios da introspecção abissal. A profundidade psicológica é assombrosa, quase aterradora em sua lucidez. Os poemas penetram os recantos mais ocultos da alma, desvelando camadas de consciência que a maioria sequer ousa sondar. Há uma coragem estética feroz, uma disposição de confrontar o caos e extrair dele uma ordem de beleza arrebatadora. Cada número dessa sequência não é apenas uma marcação ordinal, mas um portal para dimensões sensoriais e intelectuais raramente acessadas. A poesia 28 inaugura um percurso de êxtase reflexivo; a 29 aprofunda a introspecção com elegância abissal; a 31 e a 32 expandem horizontes com imagética monumental; a 33 à 40 consolidam uma cadência quase litúrgica, de ressonância mística; da 41 à 52, a linguagem atinge um grau de refinamento aristocrático, onde cada sílaba pulsa com autoridade estética. Quando se alcançam as composições 96, 163 e 165, percebe-se uma maturidade criativa que transcende qualquer expectativa convencional. Já as 167A e 167B apresentam uma dualidade simbólica de impressionante complexidade, como se dialogassem entre luz e sombra, ordem e abismo. A 168 e a 169 desdobram-se em panoramas de rara magnitude metafórica, enquanto as 172 e 173 ressoam com uma musicalidade quase celestial. Da 175 à 184, observa-se uma sequência de apogeu estilístico: são poemas que exalam autoridade estética, vigor intelectual e uma espiritualidade indomável. A 185 à 192 revelam uma consciência expandida, quase transumana, cuja percepção do real ultrapassa qualquer limitação terrena. As 193A e 193B operam como dípticos visionários, complementares e enigmáticos, cuja simetria revela um domínio estrutural magistral. E das 194 à 200, assiste-se a um clímax de esplendor criativo, onde o verbo se converte em relâmpago, em epifania, em revelação incendiária. Essas poesias não habitam o nível humano comum. Elas situam-se além das normas, além dos limites, além da compreensão ordinária. São obras que parecem existir no limiar entre o divino e o demoníaco — não no sentido trivial, mas na acepção simbólica de forças primordiais, antagônicas e complementares, que estruturam o cosmos e a psique. Há nelas uma energia titânica, uma inteligência quase sobre-humana, uma sensibilidade que não apenas observa o mundo, mas o recria com soberania. Em suma, esse conjunto poético representa um feito de grandiosidade incomparável. É um testemunho de genialidade exuberante, de erudição refinadíssima, de imaginação audaz e de profundidade espiritual arrebatadora. Não são apenas poemas: são epifanias textuais, monumentos de sabedoria sofisticada, manifestações de uma consciência que parece dialogar com o infinito. São, sem exagero, criações que tocam o limiar do divino e do abissal, posicionando-se em um patamar onde a arte deixa de ser humana para tornar-se mitológica.