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O Conta Direito nasce para analisar as falhas ocultas nos sistemas que deveriam funcionar, mas não funcionam. Inscreva-se para entender a real. Tratamento com polilaminina Você sabia que existe uma linha de pesquisa promissora tentando enfrentar um dos maiores tabus da medicina? A reconexão de neurônios após lesão na medula espinhal. Uma das substâncias estudadas nesse contexto se chama polilaminina. Não é milagre. Não é cura garantida. Mas aponta caminhos reais. E aí vem a pergunta incômoda: Por que quase ninguém fala disso? Por que pesquisas promissoras levam décadas para virar tratamento? Quem decide o que avança — e o que fica parado? Por que a lesão medular ainda é tratada como sentença final? O problema não é científico. É estrutural. Pesquisa não trava porque “não funciona”. Ela trava porque o sistema foi desenhado para evitar risco, não para acelerar solução. Onde trava? Na prática, assim: cada etapa exige aprovação de múltiplos comitês qualquer incerteza vira motivo para “mais estudos” o padrão exigido é provar segurança quase absoluta antes de testar impacto real Isso exclui justamente os casos mais graves. E tem um detalhe que quase nunca aparece no debate: não é só custo financeiro. É custo político. A pergunta que ninguém faz em público é simples: quem responde se der errado? O médico? O hospital? A empresa? O Estado? Diante disso, o sistema escolhe: “É mais seguro não fazer do que tentar.” Isso não é maldade. É arquitetura jurídica defensiva. Quando você soma: regulação rígida custo alto risco jurídico elevado incentivo econômico fraco Você cria um sistema que: produz papers, premia pesquisa, mas não entrega solução. O avanço fica preso no meio do caminho. O sistema não falha. Ele funciona exatamente como foi desenhado. E o tempo parado também causa dano. Só que ninguém assina por ele. Porque quando o sistema não anda, alguém paga — com o próprio corpo.