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MADURO FOI CAPTURADO OU ENCENADO A grande imprensa vendeu a imagem de uma captura cinematográfica. Eu estou dizendo o oposto: tudo indica que houve um acordo de bastidores entre Donald Trump e Nicolás Maduro. E antes que você torça o nariz, respira e acompanha a lógica. Porque, quando um homem vale mais vivo do que morto, a política vira xadrez e a verdade vira arma. Neste vídeo eu destrincho por que Trump precisa de Maduro vivo, por que Maduro precisa continuar vivo, e por que Cuba e Rússia entram nessa história como sombra permanente. A hipótese central é simples: a segurança pessoal do topo do regime venezuelano sempre foi um ponto sensível e, segundo leituras históricas e relatos recorrentes, esteve amarrada à inteligência cubana como mecanismo de controle e prevenção de traições. Se isso for verdadeiro, qualquer sinal de rendição ou negociação poderia transformar Maduro em alvo imediato de eliminação pelos próprios aliados. E é exatamente por isso que o acordo, se existiu, precisaria ser construído de forma silenciosa e fora do radar de quem teria interesse em impedir. E aqui entra a peça que muda o tabuleiro: Hugo Carvajal. Quando um homem que circulou dentro da engrenagem decide falar, o jogo deixa de ser discurso e vira cadeia de comando. Neste episódio eu conecto a lógica da captura, o valor de uma possível delação e o motivo pelo qual isso não é apenas Venezuela. É América Latina, é poder, é dinheiro e é guerra de narrativa. POR QUE MADURO VIVO VALE MAIS Vivo, o alvo vira prova ambulante. Vira documento, lista, conexão e nome. Morto, ele vira mito, mártir e fumaça. Por isso o ponto central deste vídeo não é a cena. É o método: quem controla a narrativa, quem controla a custódia e quem controla o próximo capítulo. O QUE VOCÊ VAI VER NESTE VÍDEO • A lógica do acordo e por que ela faz sentido para quem entende bastidores • Por que Maduro vivo pode ser mais útil do que Maduro morto para quem quer caça, nomes, rede e documentação • O papel de Cuba e de estruturas de inteligência como mecanismo de controle, veto e eliminação • Como Carvajal reposiciona o tabuleiro e acende alerta em muita gente • Por que Trump não pode errar agora e por que ele joga como quem quer vencer • O que isso pode significar para o Brasil quando a conversa encosta em eleições, instituições, propaganda e poder • Como narcotráfico, pressão internacional e guerra de informação se misturam no mesmo tabuleiro PERGUNTAS QUE EU COLOCO NA MESA • Se a captura fosse apenas força militar, por que manter o alvo vivo e negociável • Quem perde e quem ganha com Maduro vivo em vez de morto • Quem teria interesse em eliminar Maduro antes que ele fale • Qual a utilidade estratégica de tribunal, delação e documentação • Se existe rede, onde ela toca dinheiro, mídia, campanha e poder institucional AVISO IMPORTANTE Este conteúdo é uma análise jornalística e opinativa. Eu trabalho com hipóteses, conexões, padrões e lógica de poder com base em informações públicas e no contexto geopolítico. Não é acusação judicial e não substitui investigações formais. Toda pessoa citada tem direito ao contraditório e à ampla defesa. CAPÍTULOS 00:00 O teatro da captura 00:25 Por que Trump quer Maduro vivo 01:15 Por que Maduro precisa ficar vivo 02:10 Cuba, inteligência e o risco de eliminação 03:20 O acordo fora do radar 04:10 Carvajal e a peça que faltava 05:05 Guerra de narrativa e caça aos inimigos 06:15 O que isso sinaliza para o Brasil 07:10 Parte 2 e próximos passos PALAVRAS CHAVE E TEMAS DE BUSCA Donald Trump, Trump, Nicolás Maduro, Maduro, Venezuela, Cuba, inteligência cubana, inteligência russa, geopolítica, América Latina, Caribe, bastidores do poder, acordo secreto, acordo nos bastidores, teatro político, captura de Maduro, Maduro vivo, julgamento nos EUA, tribunal americano, delação, Hugo Carvajal, Carvajal, El Pollo Carvajal, cartel de los soles, narcotráfico, lavagem de dinheiro, tráfico de drogas, rotas do Caribe, América Central, operação de inteligência, guerra de narrativa, propaganda, imprensa, deep state, Partido Democrata, George Soros, Barack Obama, Hillary Clinton, eleição 2020 alegações de fraude, eleição brasileira 2022 debates e controvérsias, Brasil e Venezuela, Lula e geopolítica, poder institucional, soberania, pressão internacional, sanções, inteligência, contrainteligência