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Preletor: Pr.Aldair Queiroz Estação: Epifania Tema: O Coração que Exorta e Liberta Leitura: Marcos 9.14–29 Na Epifania, somos lembrados de que Jesus se revela não apenas no brilho da glória, mas também no confronto com a nossa realidade mais dura. Em Marcos 9, o Cristo que desce do monte da transfiguração encontra o vale do caos: confusão, impotência, dor, incredulidade. É ali, longe do êxtase, que o coração de Jesus se manifesta de forma ainda mais profunda. Nós também conhecemos essa experiência. Há momentos em que saímos de encontros intensos com Deus e, logo em seguida, somos lançados no cotidiano difícil, onde nossa fé parece pequena e nossas forças insuficientes. O texto nos mostra que o vale revela aquilo que o monte não testa: a nossa dependência real do Senhor. Jesus exorta os discípulos não por irritação, mas por amor. Seu lamento nasce da percepção de que a missão não se sustenta em autoridade passada, mas em comunhão presente. A incredulidade aqui não é ausência de fé, mas uma fé autocentrada, confiante em si mesma. Por isso, Ele chama os seus a um caminho mais profundo: oração, jejum e dependência contínua. No centro da narrativa está o clamor honesto de um pai ferido: “Creio; ajuda-me na minha incredulidade”. Essa confissão desmonta qualquer espiritualidade triunfalista. Jesus não rejeita uma fé imperfeita; Ele acolhe uma fé sincera. A libertação não começa quando temos todas as respostas, mas quando levamos nossas fragilidades ao lugar certo. O coração de Jesus exorta para alinhar, confronta para curar e liberta para restaurar a imagem de Deus em nós. Ele toma o menino pela mão e o levanta, sinalizando que nem a opressão nem a morte têm a palavra final. Na Epifania, aprendemos que a verdadeira revelação acontece quando, no vale, confiamos não em nossa força, mas no poder daquele que nos chama a depender d’Ele.