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Preletor: Pr.Aldair Queiroz Estação: Epifania Tema: O Coração que Marca e Transforma Leitura: Lucas 8.40-56 Todos nós carregamos marcas. Algumas estão no corpo, outras na memória, muitas no coração. Não existe relação sem marcas, não existe cuidado sem efeito, não existe história vivida sem algum tipo de cicatriz. A grande questão não é se seremos marcados, pois isso é inevitável, mas por quais marcas viveremos. Em Lucas 8.40–56, encontramos duas histórias entrelaçadas que revelam o coração de Jesus: uma mulher marcada por doze anos de dor, exclusão e vergonha, e uma menina de doze anos marcada pela morte prematura. Aos olhos humanos, ambas vivem situações irreversíveis. Contudo, no encontro com Jesus, essas marcas não são negadas — são transformadas. A mulher, invisível para a sociedade, ousa tocar na borda do manto de Jesus. Seu toque é trêmulo, misturado com medo e fé imperfeita, mas suficiente para encontrar a vida. A impureza não contamina Jesus; é a vida dEle que a alcança. Ao chamá-la de “filha”, Jesus não apenas cura seu corpo, mas restaura sua identidade, ressignifica sua história e devolve dignidade à sua existência. Enquanto isso, Jairo enfrenta a dor do atraso, do silêncio e da notícia que parece definitiva: “Sua filha morreu”. Ainda assim, Jesus o convida a confiar quando tudo parece perdido: “Não tenha medo, apenas creia.” Ao tocar a menina morta, Jesus rompe mais um limite. A morte não o contamina; pelo contrário, é a vida que vence a morte. Esses encontros nos ensinam que o coração de Jesus não evita nossas marcas. Ele as assume e, ao assumi-las, as transforma. O Evangelho não apaga o passado, mas o redefine. Não nos convida a habitar nossas feridas, mas a reinterpretá-las à luz da graça. Em Cristo, nossas cicatrizes deixam de ser sinais de dor e se tornam memoriais de esperança. Quando somos encontrados por Jesus, nossa história não é mais contada a partir do trauma, mas a partir da redenção. Somos marcados por algo maior: o encontro com o coração que cura, restaura e transforma.