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“O conhecimento ensoberbece, mas o amor edifica.” (1 Coríntios 8.1) A Escritura nunca despreza o conhecimento, mas denuncia o coração que faz dele um ídolo. O problema não é saber demais, mas confiar no saber como fonte de justiça, identidade ou superioridade espiritual. A idolatria do conhecimento acontece quando a mente cresce, mas o coração não se curva. O homem passa a dominar conceitos sobre Deus, mas já não se submete ao Deus que conhece. Paulo escreve aos coríntios para corrigir uma igreja que se orgulhava de sua compreensão teológica. Eles sabiam coisas corretas, mas usavam esse saber para se exaltar e ferir os irmãos. O apóstolo afirma que o conhecimento, quando separado do amor e da obediência, produz soberba. Ele não conduz à piedade, mas à autossuficiência. Assim, o saber deixa de ser instrumento de adoração e se torna trono do eu. Essa idolatria aparece desde o início da história bíblica. No Éden, a serpente não ofereceu apenas prazer, mas conhecimento: “sereis como Deus, conhecedores do bem e do mal” (Gênesis 3.5). O desejo de conhecer sem depender de Deus levou o homem à queda. O pecado original não foi ignorância, mas a busca por autonomia intelectual e moral. Jesus é a contra mão dessa idolatria em seu ministério. Falando aos fariseus, homens profundamente instruídos na Lei, Ele declara: “Errais, não conhecendo as Escrituras nem o poder de Deus.” (Mateus 22.29) Eles sabiam os textos, mas desconheciam o Deus dos textos. O conhecimento que não conduz à adoração sempre termina em cegueira espiritual. Por isso, Cristo afirma que a vida eterna não é apenas acumular informações, mas conhecer a Deus de forma relacional e obediente: “E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste.” (João 17.3) Cristo é o padrão perfeito contra a idolatria do conhecimento. Ele é o Logos eterno, a sabedoria de Deus encarnada, e ainda assim viveu em total dependência do Pai. Nunca usou seu conhecimento para se exaltar, mas para servir. Nunca transformou a verdade em instrumento de domínio, mas em meio de salvação. Onde o homem usa o saber para se engrandecer, Cristo usou a verdade para se humilhar e obedecer até a morte. A cruz desmantela a idolatria do conhecimento. Diante dela, toda vanglória intelectual é silenciada. Paulo declara que Deus escolheu salvar o mundo não pela sabedoria humana, mas pela loucura da cruz (1 Coríntios 1.21). O evangelho não exalta o mais instruído, mas o arrependido; não o que sabe mais, mas o que se rende. Vamos hoje examinar o nosso coração? Para que buscamos conhecimento? Para amar mais a Deus ou para nos afirmar diante dos outros? Para servir a igreja ou para nos sentirmos superiores? O verdadeiro conhecimento bíblico sempre produz temor do Senhor, pois “o temor do Senhor é o princípio da sabedoria” (Provérbios 9.10). O chamado do evangelho é claro: submeter todo conhecimento ao senhorio de Cristo. Nele, aprendemos que saber muito sem obedecer é idolatria, mas conhecer a Deus com um coração humilde é vida eterna. Que nosso estudo nos leve à adoração, nossa teologia à santidade e nosso conhecimento à glória daquele que é a própria Sabedoria de Deus.