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No silêncio que ninguém escuta, nasce uma voz que insiste em existir. Entre a guitarra portuguesa e o pulso da electrónica, esta canção é o retrato de quem caminha à margem, invisível aos olhos do mundo, mas viva por dentro. “Sou Invisível na Alma” funde a saudade do fado com a profundidade do deep house, criando um espaço onde o silêncio grita, a dor dança e a voz encontra eco. É uma viagem nocturna — íntima, crua e intensa — para quem já se sentiu esquecido, mas nunca deixou de sentir. Fecha os olhos. Sente o peso do vazio. E deixa a música dizer o que as palavras não conseguem. 🎧 Fado Electrónico | Deep House Emocional 🌑 Para ouvir com auscultadores 💭 Para quem sente antes de explicar Se esta música falou contigo, deixa o teu silêncio transformar-se em presença. Like, comenta e partilha — às vezes, ser visto começa assim. Letra: Entre sombras que o tempo deixou Quando a luz se recusou a ficar O meu nome perdeu-se em quem sou Sem memória para regressar Carrego passos sem rasto Num tempo que me esqueceu Sou feita de voz imensa Que o mundo nunca escolheu A guitarra chora em segredo Como quem pede sem som É lamento que vive suspenso Entre o corpo e o dom E quando fecho os olhos Sinto o vazio crescer A minha voz bate em muros Sem alguém para responder Sou invisível na alma, No gesto que ninguém vê No meu peito um eco Que insiste em não morrer É silêncio que grita Cada passo que dou Sou invisível na alma, Esquecida de quem sou Nome ao vento a cair O vazio a ferir O silêncio pesa no peito Num bater sem aparecer A alma chama em espasmos Por alguém a perceber Nas dobras da minha existência Há rostos que nunca vi Passam por mim sem memória Como se eu não fosse aqui Mesmo quando grito por dentro O mundo segue além Sou presença que não conta Num lugar que esquece quem tem E quando fecho os olhos Sinto o vazio crescer A minha voz bate em muros Sem alguém para responder Sou invisível na alma, No gesto que ninguém vê No meu peito um eco Que insiste em não morrer É silêncio que grita Cada passo que dou Sou invisível na alma, Esquecida de quem sou Deixa o grito escapar Mesmo esquecida eu fico Num bater que quer provar Se a vida passa por mim Sem saber quem eu sou Fico à espera do dia Em que alguém me encontrou