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O medo de ficar sozinha - 179 | Descomplica, Psi! O medo de ficar sozinha não é fraqueza. Mas pode se tornar uma prisão silenciosa quando começa a decidir por você. Neste episódio, eu trago uma reflexão profunda sobre um tema que aparece com frequência na clínica: o medo de estar só — seja após o término de um relacionamento, após um longo período solteira ou mesmo estando cercada de pessoas e ainda assim se sentindo sozinha. É importante começar diferenciando duas coisas: estar sozinha e ter medo de estar sozinha são experiências completamente diferentes. O medo pode surgir de: Experiências de abandono na infância Relações instáveis ou términos difíceis Comparações constantes nas redes sociais Crenças de rejeição e inadequação Catastrofização e antecipação negativa (distorções cognitivas comuns na TCC) Na terapia cognitivo-comportamental, entendemos que muitas vezes o sofrimento não está no fato em si, mas na interpretação que fazemos dele. A ideia de “todo mundo vai dar certo, menos eu” não é um fato. É uma crença construída. Quando o medo de ficar sozinha domina, ele pode levar a decisões impulsivas e relacionamentos que não fazem sentido. Você pode permanecer em vínculos que já não funcionam apenas porque teme o vazio. Ou pode aceitar qualquer companhia para evitar a sensação de solidão. Mas o medo não pode ser o critério das suas escolhas. Neste episódio, conversamos sobre: Como questionar crenças de abandono e rejeição Como desenvolver autonomia emocional Como aproveitar a fase da solitude de forma saudável Como se tornar mais disponível para novas conexões A diferença entre carência e desejo legítimo de vínculo Como evitar perder sua identidade por medo Somos seres feitos para conexão. Mas conexão saudável começa com autoconhecimento. Estar sozinha pode ser uma fase de crescimento, expansão, desenvolvimento pessoal, construção de autoestima, fortalecimento da identidade e amadurecimento emocional. Cada estação da vida tem sua função. O relacionamento não pode ser o único indicador de sucesso ou felicidade. Se você sente ansiedade, urgência ou comparação constante quando pensa na sua vida amorosa, talvez o convite aqui seja outro: olhar para suas crenças, revisar seus padrões, se abrir intencionalmente para novas experiências e, ao mesmo tempo, aprender a desfrutar da própria companhia. O medo é aprendido. E tudo aquilo que foi aprendido pode ser questionado e reconstruído. ___________________________ 00:00 – Introdução: por que esse tema é tão comum na clínica 01:30 – Estar sozinha vs ter medo de estar sozinha 03:00 – Solidão, solitude e distorções cognitivas 04:30 – Catastrofização e crenças de rejeição 06:00 – Pressão social e comparação nas redes 07:30 – Relacionamentos mantidos por medo 09:00 – Como aproveitar a fase da solitude 11:00 – Origem do medo: infância e experiências passadas 12:30 – Disponibilidade emocional e novas conexões 14:00 – Não aceitar qualquer companhia 16:00 – Questionando crenças na prática (TCC) 17:30 – Respeitar seu tempo e não usar a régua do outro 18:30 – Escolher se relacionar, não precisar se relacionar