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🔴 ATENÇÃO : CURTA O VÍDEO PRA AJUDAR A GENTE ! Te convido a repensar a ideia de amor e felicidade. Amor, segundo a perspectiva de algo que necessariamente nos traz felicidade no sentido comum de ausência de sofrimento não é real. Amor é, na verdade, algo que nos traz a alegria de compreender o propósito por trás do sofrimento. A diferença entre "felicidade" e "alegria": a felicidade é descrita como um estado de ausência de sofrimento, algo temporário e instável, enquanto a alegria é a aceitação do sofrimento dentro de um propósito maior. Ou seja, amar é sofrer com propósito, e essa é a fonte da verdadeira alegria, que não se baseia nas circunstâncias externas, mas em uma compreensão mais profunda da razão de viver. Um ponto interessante é como o Pastor Paulo Jr lida com a expectativa em relação aos outros. Ele aponta que o sofrimento que surge do desapontamento está, na verdade, ligado à nossa expectativa sobre o que os outros deveriam fazer por nós. Quando alguém nos decepciona, não é exatamente a ação da pessoa que nos causa dor, mas sim a nossa própria ignorância ao esperar que alguém possa nos tornar mais felizes ou mais completos. Esse ponto se relaciona com a ideia de amar de forma incondicional: a verdadeira essência do amor não reside no que os outros fazem por nós, mas no compromisso que temos de amar independentemente das circunstâncias. Essa perspectiva de amor como um sacrifício nos leva ao próximo tema: a fé. Fé aqui não é retratada como devoção passiva, mas como uma ação ativa, um trabalho. De acordo com o Pastor Paulo Borges Jr, devoção pode ser um ato de preguiça, uma tentativa de delegar para o divino aquilo que é nossa responsabilidade como seres humanos. Fé genuína, portanto, é trabalho e ação, um esforço contínuo para seguir os passos de Deus. Isso é ilustrado pela analogia com Jesus, que diz que seu Pai trabalha até hoje e que ele, como Filho, também faz o mesmo. Deus, sendo um criador, é representado por metáforas de um construtor, pastor e agricultor — todas profissões que exigem esforço, paciência e dedicação. A crítica aos cultos e ao uso da devoção como uma desculpa para evitar o trabalho é um ponto forte do texto e que aponta para a religiosidade. O Pastor destaca que o culto é algo feito pelos anjos, enquanto o trabalho é a marca dos filhos de Deus. Isso sugere que a verdadeira espiritualidade não se limita a rituais ou cerimônias, mas se manifesta no dia a dia, no trabalho, nas ações concretas que expressam o amor ao próximo e o compromisso com o bem. Para o Pastor, muitas pessoas usam o culto como uma forma de se redimir dos seus erros sem, de fato, mudar suas atitudes no mundo real. Ele critica aqueles que buscam atalhos espirituais, como se a devoção pudesse substituir a responsabilidade moral e prática. O trecho final destaca a diferença entre "emprego" e "trabalho". Para o Pastor, Deus não tem filhos empregados, mas trabalhadores. Isso sugere uma distinção entre simplesmente ter uma ocupação para garantir a sobrevivência e viver com um propósito. O trabalho, segundo essa visão, não é apenas uma maneira de ganhar dinheiro, mas uma expressão do propósito divino que cada pessoa carrega. Esse trabalho é transformador e criativo, alinhado com a ideia de que Deus é um trabalhador — alguém que cria, transforma e cuida. No fundo, o texto convida a uma revisão profunda dos conceitos de amor, felicidade, fé e trabalho. Em vez de buscar a felicidade como um estado de prazer e ausência de dor, somos convidados a aceitar o sofrimento com um propósito maior e a encontrar alegria nisso. Em vez de esperar que Deus ou os outros façam o trabalho por nós, somos convocados a agir, a nos comprometer, a trabalhar, a amar incondicionalmente. Essa abordagem propõe uma vida de autenticidade e responsabilidade, na qual o sofrimento é compreendido como parte essencial do processo de amar e viver com propósito. Assim, podemos concluir que a mensagem é essencialmente sobre maturidade espiritual e emocional: o amor como sacrifício, a fé como trabalho, a alegria como resultado do entendimento do sofrimento e a verdadeira responsabilidade de ser um filho de Deus — comprometido não apenas com a devoção, mas com a ação concreta, no dia a dia, para transformar a si mesmo e ao mundo ao seu redor. #alegria #felicidade #amor