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letra: Intro: A criação da vida é o ato mais divino e mais profano que se pode vir do ser humano pois, ao brincar de Deus, o homem não dá origem apenas à carne, mas cria a contracriação da própria alma e de toda sua essência repugnante. Pois até Deus, se humano fosse, temeria sua própria morte. Verso 1: Quando criança, nomeado por meu pai como Victor Frankenstein, acreditava que a vida era justa, que o amor bastava para sustentar o mundo até vê-lo apodrecer diante dos meus olhos; vi o lado imundo do mundo, ao descobrir o significado de ficar de luto. Minha mãe partiu dentro de sua própria casa, e o lar nunca mais respirou da mesma forma. Foi a primeira vez que vi Deus errar em sua fórmula, e então, a Deus e a mim, vim a me perguntar: será que a morte a humanidade poderia superar? Verso 2: Anos e anos se passam, meu pai cai em falência, anos e anos se passam, venho tentando não perder a minha crença, para, assim como meu pai, não cair em decadência. Enquanto ao meu irmão cada um seguiu um rumo, tentando escapar de um novo luto. Mas em mim restaram sonhos que não soube enterrar; com anjos vim a sonhar, então... Busquei um desejo abstrato, onde anjos têm comigo falado, em visões onde a morte é apenas um código a ser decifrado. Nas experiências humanas, encontrei meu encanto, e pra humanidade venho provar meu experimento. Que superar a morte, para mim, vai ser apenas questão de tempo. Ponte 1: A morte me ensinou o que Deus não disse: o homem é a fera mais perigosa que existe. Refrão: A morte é uma mentira, e da mentira nasceu o homem. Ao criar uma raça perfeita, semelhante a tal homem, vim trazer uma forma de vida imperfeita. Onde a solidão ao homem corrompe, e companhia ele deseja da rejeição de um homem, uma monstruosidade foi feita. A morte não mente, o homem sim; o vilão mente para si, e de si mesmo o pecado foi feito. Do homem, o pecado nasce; do homem, pecados nasceram em pecados. Ao realizar tal desejo, gerei um monstro com defeito. Mas percebi tarde demais: o verdadeiro monstro morava no meu peito. A mentira tornou o homem ruim, e dos pecados que esse homem veio a possuir, a vida levou a minha felicidade para longe de mim. Verso 3: Com tubos, agulhas e artérias, o impossível foi feito pela ciência. O corpo antes inútil respondeu à minha insolência. Não foi milagre, foram resultados que criaram frutos através da minha inteligência. Chamei de vida o que a morte chamaria de Frankenstein, do meu sobrenome nasce, possivelmente, a mente de um novo Einstein. Verso 4: Mas inteligência alguma aquele monstro teria, apenas meu nome ele dizia, somente meu nome a criatura repetia. Um erro eu cometia, quando a nova forma de vida a este maldito mundo eu trazia. Pelas mãos do monstro, no futuro, Elizabeth morreria, e mal saberiam as pessoas que tudo novamente não passava de uma mentira… que eu mesmo inventaria. Ponte 2: A verdade me feriu como Deus previu: o homem cria monstros para negar o que com mentiras construiu. Refrão: A morte é uma mentira, e da mentira nasceu o homem. Ao criar uma raça perfeita, semelhante a tal homem, vim trazer uma forma de vida imperfeita. Onde a solidão ao homem corrompe, e companhia ele deseja da rejeição de um homem, uma monstruosidade foi feita. A morte não mente, o homem sim; o vilão mente para si, e de si mesmo o pecado foi feito. Do homem, o pecado nasce; do homem, pecados nasceram em pecados. Ao realizar tal desejo, gerei um monstro com defeito. Mas percebi tarde demais: o verdadeiro monstro morava no meu peito. A mentira tornou o homem ruim, e dos pecados que esse homem veio a possuir, a vida levou a minha felicidade para longe de mim.