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HAN, B. C. Morte e alteridade. Petrópolis: Vozes, 2020. [2012]. "Morte e alteridade" é uma obra onde Byung aprofunda a sua crítica à sociedade contemporânea, focando em entender como nossa relação com a morte e com o outro foi transformada e, de certa forma, empobrecida. Ele defende que a morte é o que define a humanidade. Ao tentarmos criar um mundo transparente, sem dor e sem fim, estamos renunciando à alteridade. Para Byung, recuperar a capacidade de enfrentar a morte e a estranheza do outro é essencial para resgatar a dignidade da própria vida. Assim, o livro propõe que a obsessão moderna pela sobrevivência e pela eliminação do negativo resultou numa vida vazia. Só através do reconhecimento da nossa finitude e da aceitação do outro radical é que podemos voltar a ter uma existência com significado. 1. A morte como negatividade. Para Byung, a morte representa a negatividade radical. Na sociedade atual, que ele define como a sociedade da positividade, tentamos eliminar tudo o que é negativo, doloroso ou final. Vivemos numa cultura que tenta prolongar a vida biologicamente a todo o custo, mas que perdeu o sentido metafísico da morte. A morte passou a ser vista apenas como um erro de sistema ou um fim biológico sem significado. Ironicamente, ao tentarmos expulsar a morte, tornamos a vida nua (mera sobrevivência). Sem a finitude, a vida perde a sua tensão, a sua forma e a sua profundidade. 2. A alteridade e o outro. Byung argumenta que a morte e o outro estão intimamente ligados. O outro é o que eu não sou. O reconhecimento de que existe algo ou alguém radicalmente diferente de mim é uma forma de aceitar a minha própria limitação (e, portanto, a minha mortalidade). Na era digital e do consumo, o outro é transformado em mesmidade. Nós consumimos o outro como se fosse um produto, eliminando o que ele tem de estranho, incômodo ou misterioso. Se o outro deixa de ser outro, o encontro verdadeiro desaparece. 3. O tempo e a narrativa. A obra explora como a percepção do tempo mudou. Sem o horizonte da morte como um encerramento narrativo, o tempo fragmenta-se em pontos isolados. Vivemos num presente perpétuo de estímulos, sem um antes ou depois que faça sentido. Mas a morte dá sentido à vida. Byung recupera a ideia de filósofos como Heidegger, sugerindo que a consciência da morte é o que permite ao ser humano construir uma biografia, uma história com início, meio e fim. 4. Violência e sociedade. O autor discute como a violência mudou de forma. Antigamente, a morte vinha de fora (guerras, inimigos). Hoje, a violência é sistémica e interna (burnout, depressão, autoexploração). É uma violência da positividade, o excesso de sim e de podemos que acaba por sufocar o indivíduo.