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1. Missão secundária — Ajudando os Homens do Cutelo (Novigrad) Durante sua permanência em Novigrad, Geralt acaba se envolvendo nos conflitos do submundo da cidade, dominado por três grandes figuras: Rei dos Mendigos, Dijkstra e Cutelo (Cleaver). Cutelo é um poderoso anão, chefe de uma organização criminosa que controla arenas de luta clandestinas e parte do comércio ilegal da cidade. A missão começa quando Cutelo convoca Geralt para uma conversa. Ele está envolvido em uma guerra silenciosa contra o Syndicate de Novigrad, especialmente contra Whoreson Junior, um criminoso sádico que traiu antigos aliados e passou a agir de forma independente. Cutelo vê Geralt como uma ferramenta eficiente para resolver problemas que seus próprios homens não conseguem. Cutelo propõe que Geralt ajude seus homens a retomar controle de pontos estratégicos da cidade, que estão sob domínio de gangues rivais. Esses locais geralmente incluem armazéns, casas fortificadas ou áreas usadas para atividades ilegais, fortemente protegidas por capangas. Geralt pode aceitar ou recusar, mas ao aceitar, ele acompanha grupos dos Homens do Cutelo até esses pontos. O processo é direto e brutal: confrontos armados, combate corpo a corpo e eliminação total dos inimigos. Não há espaço para diplomacia — trata-se de uma limpeza violenta para reafirmar o poder de Cutelo em Novigrad. Durante essas investidas, fica claro o contraste entre Geralt e os criminosos: enquanto o bruxo age por necessidade ou contrato, os homens de Cutelo agem por ganância e controle. Mesmo assim, há um respeito mútuo, pois Cutelo reconhece a eficiência de Geralt e cumpre sua parte pagando-o corretamente. Ao final da missão, Cutelo recompensa Geralt com ouro e mantém sua palavra. Embora essa ajuda não altere drasticamente a política da cidade, ela reforça a posição de Cutelo no submundo e demonstra como Geralt, mesmo sem querer, frequentemente influencia o equilíbrio de poder onde passa. 2. Contrato de Bruxo — O Berrante de Velen Em Velen, região marcada por miséria, guerra e abandono, Geralt encontra um contrato de bruxo afixado em um quadro de avisos. O pedido relata ataques constantes a moradores e viajantes por uma criatura conhecida localmente como “O Berrante”, nome dado por causa dos sons aterradores que ecoam pelos campos à noite. Ao investigar o contrato, Geralt conversa com os camponeses e descobre que a criatura emerge à noite, mata gado, destrói propriedades e deixa corpos mutilados. O medo é generalizado, pois o monstro não ataca sempre no mesmo local, tornando difícil prever seus movimentos. Seguindo o método tradicional de um bruxo, Geralt examina cenas de ataque, analisando pegadas, marcas no solo e restos mortais. Ele conclui que o Berrante não é uma criatura sobrenatural rara, mas sim um monstro conhecido, cuja agressividade foi intensificada pelas condições da guerra, fome e pela presença humana em seu território. A investigação leva Geralt até uma área específica de pântano ou campo aberto, onde o monstro costuma se refugiar. Após preparar óleos adequados, poções e bombas, o bruxo enfrenta a criatura em combate direto. O confronto é violento, especialmente devido à força física do monstro e aos ataques sonoros que desorientam. Depois de derrotar o Berrante, Geralt coleta um troféu como prova e retorna ao contratante. Durante o pagamento, fica claro o tom típico de Velen: os camponeses pagam o mínimo possível, muitas vezes reclamando do valor, mesmo após o monstro ter sido eliminado. O contrato termina de forma amarga, como muitos em Velen. O monstro está morto, mas a região continua condenada pela guerra, fome e sofrimento. Para Geralt, é apenas mais um lembrete de que, em muitos casos, os verdadeiros monstros não são apenas as criaturas que ele caça, mas o próprio mundo em que vive.