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Jesus em Betânia, é um evento que brilha como um farol em meio à crescente escuridão da conspiração por parte dos líderes religiosos e de Judas. Enquanto os líderes religiosos e um dos próprios discípulos de Jesus, operavam em uma economia de ódio e ganância, uma mulher demonstrou compreender o valor incalculável do Filho de Deus. Ao entrar na casa de Simão, o Leproso, ela trouxe um frasco de alabastro contendo nardo puro, um perfume de luxo importado cujo custo de trezentos denários equivalia ao salário anual de um trabalhador comum. O gesto dela de quebrar o gargalo do frasco não foi apenas para abri-lo, mas um ato final e irrevogável de entrega total, indicando que nada do que foi dedicado a Jesus seria reutilizado para outros fins. Este ato revela Jesus como o Tesouro Supremo, alguém por quem vale a pena "desperdiçar" a economia de uma vida inteira. Cristo é revelado nesta cena como o Ungido de Deus, o verdadeiro Messias. No Antigo Testamento, reis e sacerdotes eram consagrados através da unção, e aqui, esta mulher, agindo de forma profética, consagra Jesus para a Sua obra culminante. A defesa que Jesus faz da mulher contra as críticas dos discípulos, que classificaram o ato como um "desperdício", eleva a adoração acima de qualquer lógica utilitária ou assistencialista. Ele afirmou que ela realizou uma "boa ação" ou uma "obra bela" e revelou que aquele perfume preparava o Seu corpo de antemão para o sepultamento. Assim, Jesus não é apenas o Rei sendo honrado, mas o Cordeiro de Deus que caminha voluntariamente para a morte, reconhecendo que o Seu valor infinito justifica qualquer sacrifício finito. A promessa de que este ato seria lembrado onde quer que o evangelho fosse pregado conecta a adoração sacrificial à própria essência da mensagem da salvação. Mateus 26:36-46 nos leva ao jardim do Getsêmani, o lugar da "prensa de azeite", onde a pressão do julgamento contra o pecado começou a esmagar a alma de Deus Filho. Aqui, Jesus é revelado em Sua humanidade real e sofredora, sentindo um terror e uma angústia que desafiam a compreensão humana. Marcos registra que Ele começou a ficar "aflito e angustiado", declarando que Sua alma estava em uma "tristeza mortal" (Mc 14:33-34). Esse pavor não era o medo da morte física ou da dor infligida pelos homens, mas o horror de beber o "cálice" da justa e santa ira de Deus contra o pecado da humanidade. Jesus, o Santo, contemplou a realidade de se tornar o portador da maldição humana e de ser alvo da justiça divina. Neste jardim, Cristo é revelado como o Segundo Adão, o representante perfeito que triunfa onde o primeiro homem falhou. Enquanto Adão desobedeceu em um jardim de paz, Jesus obedeceu em um jardim de agonia. Sua oração, clamando "Aba, Pai", demonstra uma intimidade e confiança inabaláveis mesmo sob o peso do juízo iminente. Ao dizer "contudo, não seja o que eu quero, mas sim o que tu queres", Jesus resolve a tensão entre Sua vontade humana e o plano salvador de Deus. Essa submissão absoluta é o ponto alto da Sua obediência, revertendo a rebelião humana e garantindo a vitória sobre o pecado. Ele é o Sumo Sacerdote que intercede em meio ao sofrimento, preparando-Se para o sacrifício vicário que satisfaria tanto o amor quanto a justiça de Deus. O desfecho no Getsêmani revela a soberania de Cristo mesmo em Sua aparente vulnerabilidade. Quando Judas chega para traí-Lo com um beijo, pervertendo um símbolo de afeição em arma de morte, Jesus não recua. Ele absorve a pior traição humana para oferecer a melhor graça divina. Ao silenciar a resistência armada de Seus discípulos, Ele afirma que tudo ocorre para que "as Escrituras se cumpram" (Mc 14:49). Ele não é uma vítima passiva das circunstâncias ou de um complô político, mas o Rei que dita os termos de Sua própria entrega. O abandono total de Jesus por todos os Seus seguidores, simbolizado pelo jovem que foge nu, destaca a Sua solidão redentora. Jesus ficou sozinho para que nós fôssemos acolhidos por Deus; Ele foi preso para que fôssemos libertos da escravidão do pecado. Portanto, nestas passagens, Cristo é revelado como o Tesouro Inestimável digno de toda adoração, o Ungido de Deus preparado para o sepultamento e o Filho Obediente que bebe o cálice da ira em nosso lugar. A unção em Betânia prefigura a beleza do evangelho: um Deus que derrama a Sua vida como um perfume precioso para nos redimir. O Getsêmani revela o custo desse derramamento: um sacrifício de valor infinito realizado por Alguém que conhecia perfeitamente a santidade de Deus. Jesus é o Pastor ferido que, em Sua fidelidade solitária, constrói a rocha da nossa salvação, transformando a agonia do jardim e a vergonha da traição no prelúdio da Sua vitória eterna sobre a morte.